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Nota de abertura: reparar (n)o irreparável

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Detalhes bibliográficos
Resumo:[Excerto] No mundo progressivamente mais estilhaçado em que vivemos torna-se tambémcada vez mais difícil pensar em reparação. Às guerras que ocupam pouco espaçona visualidade ocidental, juntaram-se nos últimos anos outras que, pelo contrário,capturam a nossa atenção. À escala global, a expressão violenta e indisfarçadado colonialismo na atualidade faz com que conceitos como o de “colonialidade”(do saber, do ser ou do poder) nos pareçam eufemismos para descrever umarealidade que nunca deixou de ser colonial1. Ou, ainda, que as teorias decoloniais nascidas e fomentadas dentro da academia pareçam sintéticas e insuficientesperante o fim do mundo como conhecemos
Autores principais:Pereira, Ana Cristina
Outros Autores:Borges, Gessica Correia; Lança, Marta
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:[Excerto] No mundo progressivamente mais estilhaçado em que vivemos torna-se tambémcada vez mais difícil pensar em reparação. Às guerras que ocupam pouco espaçona visualidade ocidental, juntaram-se nos últimos anos outras que, pelo contrário,capturam a nossa atenção. À escala global, a expressão violenta e indisfarçadado colonialismo na atualidade faz com que conceitos como o de “colonialidade”(do saber, do ser ou do poder) nos pareçam eufemismos para descrever umarealidade que nunca deixou de ser colonial1. Ou, ainda, que as teorias decoloniais nascidas e fomentadas dentro da academia pareçam sintéticas e insuficientesperante o fim do mundo como conhecemos