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A máquina abstracta categorial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde o trabalho seminal de P. J. Landin nos anos 1960 que se têm utilizado máquinas abstractas para a implementação de linguagens de programação. Nos anos 1980 foi estabelecida uma correspondência entre o Cálculo λ e uma variante da Lógica Combinatória inspirada em categorias cartesianas fechadas. Desta relação surgiu uma máquina abstracta para a implementação do Cálculo λ — a Máquina Abstracta Categorial, ou CAM. Historicamente, esta nova máquina abstracta esteve na origem da linguagem de programação funcional Caml. Nesta dissertação explicamos como surgiu a CAM, exemplificamos o seu uso, demonstramos a sua correcção, e fazemos um enquadramento histórico à sua volta. Complementamos a literatura de referência ao formalizarmos e demonstrarmos correctas três extensões: constantes, condicionais e operador de ponto-fixo.
Autores principais:Pinho, Xavier Gomes
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Desde o trabalho seminal de P. J. Landin nos anos 1960 que se têm utilizado máquinas abstractas para a implementação de linguagens de programação. Nos anos 1980 foi estabelecida uma correspondência entre o Cálculo λ e uma variante da Lógica Combinatória inspirada em categorias cartesianas fechadas. Desta relação surgiu uma máquina abstracta para a implementação do Cálculo λ — a Máquina Abstracta Categorial, ou CAM. Historicamente, esta nova máquina abstracta esteve na origem da linguagem de programação funcional Caml. Nesta dissertação explicamos como surgiu a CAM, exemplificamos o seu uso, demonstramos a sua correcção, e fazemos um enquadramento histórico à sua volta. Complementamos a literatura de referência ao formalizarmos e demonstrarmos correctas três extensões: constantes, condicionais e operador de ponto-fixo.