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Currículo e espaços não escolares: educar para a sustentabilidade social, um constructo education city

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Currículo e espaços não escolares assumem-se movimento quotidiano que pode ser interpretado, essencialmente, como colaboração entre professores, estudantes e comunidade/o local na construção do conhecimento. Situa a dificuldade complexa de ir além o entendimento linear de realização de tarefas educativas e atribuição de certificação. A qualidade da educação é um território plural inteligente alicerçado em direito essencial, capaz de projetar e defender os direitos de todos, de ser equitativa, relevante e perfilada por um conceito de aprendizagem ao longo da vida. O que exige um compromisso com uma metodologia de intervenção aberta e participada (Stenhouse, 1984), com intuito de gerar desenvolvimento de competências adequadas à participação cidadã inteligente (Viana, 2011), enquanto espaço e lugar de qualidade e de construção do projeto de vida de todos e de cada um. A qualidade da educação expressa-se como uma aspiração dos Sistemas Educativos de diferenciados países e, ainda, como uma aspiração local/municipal, consensualizada pela sociedade, em geral, e pelo poder político, em particular, variando de sociedade para sociedade e de grupo de indivíduos para grupo de indivíduos. A predispor configurar a educação como um produto ou serviço mercantilizável, legitimada por processos de avaliação em grande escala.
Autores principais:Viana, Isabel Carvalho
Assunto:Espaços não escolares Education city Currículo Sustentabilidade social Ciências Sociais::Ciências da Educação
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Currículo e espaços não escolares assumem-se movimento quotidiano que pode ser interpretado, essencialmente, como colaboração entre professores, estudantes e comunidade/o local na construção do conhecimento. Situa a dificuldade complexa de ir além o entendimento linear de realização de tarefas educativas e atribuição de certificação. A qualidade da educação é um território plural inteligente alicerçado em direito essencial, capaz de projetar e defender os direitos de todos, de ser equitativa, relevante e perfilada por um conceito de aprendizagem ao longo da vida. O que exige um compromisso com uma metodologia de intervenção aberta e participada (Stenhouse, 1984), com intuito de gerar desenvolvimento de competências adequadas à participação cidadã inteligente (Viana, 2011), enquanto espaço e lugar de qualidade e de construção do projeto de vida de todos e de cada um. A qualidade da educação expressa-se como uma aspiração dos Sistemas Educativos de diferenciados países e, ainda, como uma aspiração local/municipal, consensualizada pela sociedade, em geral, e pelo poder político, em particular, variando de sociedade para sociedade e de grupo de indivíduos para grupo de indivíduos. A predispor configurar a educação como um produto ou serviço mercantilizável, legitimada por processos de avaliação em grande escala.