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Os grandes incêndios florestais de 2010 no Parque Nacional da Peneda-Gerês (Portugal): a importância das cartas de severidade na identificação de áreas criticas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em 2010 registaram-se os dois maiores incêndios florestais verificados nos últimos IS anos no concelho de Terras de Bouro, Parque Nacional Peneda-Gerês, cada um deles com uma área ardida superior a 1000ha. Tal facto vem confirmar a existência de uma correlação, de sentido positivo, entre a evolução temporal e a ocorrência de grandes incêndios florestais no concelho de Terras de Bouro, pois, cinco dos seis maiores incêndios dos últimos 15 anos verificaram-se em 2009 e 2010. Após a ocorrência de grandes incêndios, as cartas de severidade, de forma simples e rápida, podem ajudar na identificação das áreas criticas que poderão necessitar de uma intervenção prioritária em termos de recuperação e reabilitação de ecossistemas, bem como de medidas de emergência de proteção dos solos após incêndios florestais.
Autores principais:Gonçalves, António Bento
Outros Autores:Vieira, António; Dias, Paulo; Leite, Flora Ferreira; Lourenço, Luciano; Nunes, Adélia; Salgado, José
Assunto:Grandes incêndios florestais Severidade Áreas críticas
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Em 2010 registaram-se os dois maiores incêndios florestais verificados nos últimos IS anos no concelho de Terras de Bouro, Parque Nacional Peneda-Gerês, cada um deles com uma área ardida superior a 1000ha. Tal facto vem confirmar a existência de uma correlação, de sentido positivo, entre a evolução temporal e a ocorrência de grandes incêndios florestais no concelho de Terras de Bouro, pois, cinco dos seis maiores incêndios dos últimos 15 anos verificaram-se em 2009 e 2010. Após a ocorrência de grandes incêndios, as cartas de severidade, de forma simples e rápida, podem ajudar na identificação das áreas criticas que poderão necessitar de uma intervenção prioritária em termos de recuperação e reabilitação de ecossistemas, bem como de medidas de emergência de proteção dos solos após incêndios florestais.