Publicação
A importância da comunicação integrada na atividade de uma organização sem fins lucrativos
| Resumo: | A sociedade portuguesa está cada vez mais atenta e sensibilizada para as causas sociais. Em Portugal, o terceiro setor, que existe em paralelo com o primeiro (Estado) e com o Segundo (Privado) é já uma força significativa. O último grande estudo realizado em Portugal, que incide sobre o ano de 2010, diz-nos que existem cerca de cinquenta mil entidades sem fins lucrativos (CASES, 2010: 3). As entidades do terceiro setor, que podem ser de várias ordens (defesa dos direitos humanos, promoção da saúde, defesa dos animais, entre muitos outros), precisam do reconhecimento e do apoio da opinião pública para a prossecução dos seus objetivos. Estas organizações, que são privadas, apolíticas e sem fins lucrativas, lutam, diariamente, para colmatar os problemas da sociedade. Tal como no setor empresarial, estas organizações também competem entre si, quer por recursos financeiros ou por recursos humanos, técnicos e materiais. Num mercado cada vez mais competitivo, as Organizações Sem Fins Lucrativos-OSFL procuram estratégias de diferenciação. A comunicação e todas as suas dimensões (publicidade, eventos, estratégias de angariação de fundos, estratégias de comunicação digital) são essenciais para a sobrevivência de qualquer organização, seja ela com fins lucrativos ou não. De forma a serem reconhecidas, estas organizações necessitam de construir e comunicar a sua identidade de forma coerente. No terceiro setor, apesar de pouco reconhecido, o trabalho de um profissional de comunicação é fulcral para a construção da imagem e reputação organizacional. Este trabalho, que deve ser adaptado às especificidades do setor, deve ter por base uma estratégia de comunicação integrada. Nada deve ser deixado ao acaso. A comunicação deve ser coerente em todos os seus meios fomentando, assim, a credibilidade. Para isso, o profissional de comunicação tem disponíveis uma série de técnicas, tais como: a publicidade a favor de causas sociais; o marketing relacionado com causas; os eventos; o marketing relacional, entre outros. |
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| Autores principais: | Cruz, Sara Cristina Tomásio |
| Assunto: | Organizações sem fins lucrativos Terceiro setor Comunicação Comunicação integrada Non-profit organiztions Third sector Communication Integrated communication |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A sociedade portuguesa está cada vez mais atenta e sensibilizada para as causas sociais. Em Portugal, o terceiro setor, que existe em paralelo com o primeiro (Estado) e com o Segundo (Privado) é já uma força significativa. O último grande estudo realizado em Portugal, que incide sobre o ano de 2010, diz-nos que existem cerca de cinquenta mil entidades sem fins lucrativos (CASES, 2010: 3). As entidades do terceiro setor, que podem ser de várias ordens (defesa dos direitos humanos, promoção da saúde, defesa dos animais, entre muitos outros), precisam do reconhecimento e do apoio da opinião pública para a prossecução dos seus objetivos. Estas organizações, que são privadas, apolíticas e sem fins lucrativas, lutam, diariamente, para colmatar os problemas da sociedade. Tal como no setor empresarial, estas organizações também competem entre si, quer por recursos financeiros ou por recursos humanos, técnicos e materiais. Num mercado cada vez mais competitivo, as Organizações Sem Fins Lucrativos-OSFL procuram estratégias de diferenciação. A comunicação e todas as suas dimensões (publicidade, eventos, estratégias de angariação de fundos, estratégias de comunicação digital) são essenciais para a sobrevivência de qualquer organização, seja ela com fins lucrativos ou não. De forma a serem reconhecidas, estas organizações necessitam de construir e comunicar a sua identidade de forma coerente. No terceiro setor, apesar de pouco reconhecido, o trabalho de um profissional de comunicação é fulcral para a construção da imagem e reputação organizacional. Este trabalho, que deve ser adaptado às especificidades do setor, deve ter por base uma estratégia de comunicação integrada. Nada deve ser deixado ao acaso. A comunicação deve ser coerente em todos os seus meios fomentando, assim, a credibilidade. Para isso, o profissional de comunicação tem disponíveis uma série de técnicas, tais como: a publicidade a favor de causas sociais; o marketing relacionado com causas; os eventos; o marketing relacional, entre outros. |
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