Publicação
Jogo e educação: representações e práticas dos professores do 1º ciclo
| Resumo: | Indispensável ao equilíbrio afectivo e ao desenvolvimento integral da criança, o jogo é visto (hoje) como um excelente instrumento pedagógico no processo ensino/aprendizagem e o seu estudo é já considerado uma área exclusiva de abordagem. O jogo desperta a criança, leva-a a uma participação activa e permanente, proporciona-lhe uma liberdade de expressão e uma melhor integração social. A criança consegue, assim, uma estabilidade e satisfação pessoal que a ajudam a construir uma personalidade mais forte e capaz de dar respostas aos desafios diários. Sem perceber a importância do jogo na educação da criança, a sociedade tem vindo a esquecer o jogo perto dos mais pequenos. Por isso, é importante que a classe docente (ela num primeiro momento terá de chamar essa responsabilidade) desperte para o valor do jogo na escola e possibilite uma aprendizagem sedutora e lúdica à criança, dentro e fora da sala de aula. Levando tais ideias em linha de conta, foi nossa intenção fazer carrilar uma investigação onde tentamos conhecer as representações e práticas dos professores do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) sobre o jogo. Assim, tentamos conhecer a aplicação do jogo na prática docente e saber se há uma atitude diferenciada na utilização do jogo entre sexos e grupo de docência. O nosso estudo é constituído por uma amostra de 60 (sessenta) professores, de ambos os sexos, pertencentes ao Ensino Regular e ao Apoio Educativo (Educação Especial), do 1º CEB, que respondem a um questionário (de resposta aberta) previamente construído, adaptado e validado para o efeito. Para a interpretação dos dados, tomámos como caminho a análise de conteúdo e os seus percursos de análise. Dos resultados encontrados talvez possamos dizer que apesar de existir diferenças claras entre as variáveis em estudo (sexo e grupo de docência), podemos também dizer que existe uma “mancha de representações e práticas” comuns a essas variáveis. |
|---|---|
| Autores principais: | Costa, Rolando |
| Outros Autores: | Cunha, António Camilo |
| Assunto: | Jogo Desenvolvimento Criança Representações Práticas Professor(a) e grupo de docência Game Development Child Representations Practice Teacher and teaching groups |
| Ano: | 2007 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Indispensável ao equilíbrio afectivo e ao desenvolvimento integral da criança, o jogo é visto (hoje) como um excelente instrumento pedagógico no processo ensino/aprendizagem e o seu estudo é já considerado uma área exclusiva de abordagem. O jogo desperta a criança, leva-a a uma participação activa e permanente, proporciona-lhe uma liberdade de expressão e uma melhor integração social. A criança consegue, assim, uma estabilidade e satisfação pessoal que a ajudam a construir uma personalidade mais forte e capaz de dar respostas aos desafios diários. Sem perceber a importância do jogo na educação da criança, a sociedade tem vindo a esquecer o jogo perto dos mais pequenos. Por isso, é importante que a classe docente (ela num primeiro momento terá de chamar essa responsabilidade) desperte para o valor do jogo na escola e possibilite uma aprendizagem sedutora e lúdica à criança, dentro e fora da sala de aula. Levando tais ideias em linha de conta, foi nossa intenção fazer carrilar uma investigação onde tentamos conhecer as representações e práticas dos professores do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) sobre o jogo. Assim, tentamos conhecer a aplicação do jogo na prática docente e saber se há uma atitude diferenciada na utilização do jogo entre sexos e grupo de docência. O nosso estudo é constituído por uma amostra de 60 (sessenta) professores, de ambos os sexos, pertencentes ao Ensino Regular e ao Apoio Educativo (Educação Especial), do 1º CEB, que respondem a um questionário (de resposta aberta) previamente construído, adaptado e validado para o efeito. Para a interpretação dos dados, tomámos como caminho a análise de conteúdo e os seus percursos de análise. Dos resultados encontrados talvez possamos dizer que apesar de existir diferenças claras entre as variáveis em estudo (sexo e grupo de docência), podemos também dizer que existe uma “mancha de representações e práticas” comuns a essas variáveis. |
|---|