Publicação
Introdução [Diacrítica Vol. 37, n.º 1 (2023)]
| Resumo: | [Excerto] O presente número da revista Diacrítica tem a figura de Eurico Thomaz de Lima como referência e reúne um conjunto de estudos que se debruçam sobre o seu percurso artístico enquanto pianista, compositor e pedagogo. Herdeiro da tradição romântica centroeuropeia do século XIX de influência germânica, Eurico, além de um intérprete virtuoso, revela nas suas obras para piano o gosto pelas raízes nacionais e uma linguagem pianística próxima do seu mestre Vianna da Motta (1868–1948). Alfredo Pinto (Sacavem), numa das suas Crónicas de Lisboa, publicadas semanalmente no Correio do Minho nas décadas de 20 e 30, afirma ter sido a última prova do curso de virtuosidade de Eurico Thomaz de Lima “um exame brilhantíssimo”. Curiosamente, o pianista pede-lhe que escreva no jornal local, que gostaria muito de tocar em Braga, o que viria a acontecer apenas muitos anos depois, quando passa a lecionar no conservatório da cidade.[...] |
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| Autores principais: | Lessa, Elisa |
| Outros Autores: | Cranmer, David |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] O presente número da revista Diacrítica tem a figura de Eurico Thomaz de Lima como referência e reúne um conjunto de estudos que se debruçam sobre o seu percurso artístico enquanto pianista, compositor e pedagogo. Herdeiro da tradição romântica centroeuropeia do século XIX de influência germânica, Eurico, além de um intérprete virtuoso, revela nas suas obras para piano o gosto pelas raízes nacionais e uma linguagem pianística próxima do seu mestre Vianna da Motta (1868–1948). Alfredo Pinto (Sacavem), numa das suas Crónicas de Lisboa, publicadas semanalmente no Correio do Minho nas décadas de 20 e 30, afirma ter sido a última prova do curso de virtuosidade de Eurico Thomaz de Lima “um exame brilhantíssimo”. Curiosamente, o pianista pede-lhe que escreva no jornal local, que gostaria muito de tocar em Braga, o que viria a acontecer apenas muitos anos depois, quando passa a lecionar no conservatório da cidade.[...] |
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