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Formação contínua de professores: marcos legais e perspectivas no Brasil e em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo trata das políticas de formação continuada e das perspectivas que as guiam nos âmbitos da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, Brasil, e na Rede de Ensino do Município Z, em Portugal. Dialogando com autores como Flores (2000, 2018, 2021), Flores & Day (2006) e Nascimento et al.(2017, 2023), o artigo trata de uma pesquisa sobre políticas de formação contínua docente. A metodologia contou com questionários online ̧ entrevistas semiestruturadas remotas e/ou presenciais e visitas aos centros de formação de professores de ambos os países. Os resultados apontam que iniciativas de formação contínua nos contextos analisados estão ainda muito relacionadas com a oferta de cursos, seminários e palestras, em uma lógica escolar ou transmissiva, embora também se registrem formatos mais interativos, colaborativos e práticos, na perspectiva da “aprendizagem situada” (Flores, 2021), comprometida com as realidades do trabalho docente nas suas múltiplas dimensões.
Autores principais:Nascimento, M. A
Outros Autores:Flores, Maria Assunção
Assunto:Ciências Sociais::Ciências da Educação
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso embargado
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este artigo trata das políticas de formação continuada e das perspectivas que as guiam nos âmbitos da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, Brasil, e na Rede de Ensino do Município Z, em Portugal. Dialogando com autores como Flores (2000, 2018, 2021), Flores & Day (2006) e Nascimento et al.(2017, 2023), o artigo trata de uma pesquisa sobre políticas de formação contínua docente. A metodologia contou com questionários online ̧ entrevistas semiestruturadas remotas e/ou presenciais e visitas aos centros de formação de professores de ambos os países. Os resultados apontam que iniciativas de formação contínua nos contextos analisados estão ainda muito relacionadas com a oferta de cursos, seminários e palestras, em uma lógica escolar ou transmissiva, embora também se registrem formatos mais interativos, colaborativos e práticos, na perspectiva da “aprendizagem situada” (Flores, 2021), comprometida com as realidades do trabalho docente nas suas múltiplas dimensões.