Publicação

As barreiras linguísticas do refúgio: perspetivas de integração e acolhimento nas aulas de Língua Portuguesa oferecidas pelo Conselho Português para os Refugiados

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Os movimentos migratórios internacionais atuais impactam cada vez mais a ordem política, social e económica dos Estados. Embora contribuam em diversos aspetos para as sociedades de destino, estes fluxos de pessoas motivam igualmente vários desafios relacionados à integração destes indivíduos na comunidade recetora, desencadeando significativas demandas pelos direitos humanos. Neste contexto, partindo das discussões sobre pontos relevantes das políticas de integração para imigrantes e refugiados no quadro da União Europeia e de Portugal, abordamos a importância da aprendizagem da língua do país anfitrião como elemento fundamental da dignidade humana, com destaque para a modalidade de Português como Língua de Acolhimento (PLAc) e ênfase para o ensino do idioma no âmbito do refúgio. Propomo-nos a analisar este tema através da apresentação dos resultados do estudo de caso realizado sobre o programa Português Língua Estrangeira (PLE) oferecido pelo Conselho Português para os Refugiados (CPR), cujo objetivo principal foi o de perceber de que modo o ensino da Língua Portuguesa é desenvolvido pela instituição para, então, refletir sobre como o idioma local pode funcionar como efetivo agente de integração dos refugiados e requerentes de asilo em Portugal.
Autores principais:Holanda, Pollynne Cavalcante
Assunto:Conselho Português para os Refugiados (CPR) Direitos humanos Integração Português como língua de acolhimento (PLAc) Refugiados Human rights Integration Portuguese as a host language Portuguese Refugee Council Refugees
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Os movimentos migratórios internacionais atuais impactam cada vez mais a ordem política, social e económica dos Estados. Embora contribuam em diversos aspetos para as sociedades de destino, estes fluxos de pessoas motivam igualmente vários desafios relacionados à integração destes indivíduos na comunidade recetora, desencadeando significativas demandas pelos direitos humanos. Neste contexto, partindo das discussões sobre pontos relevantes das políticas de integração para imigrantes e refugiados no quadro da União Europeia e de Portugal, abordamos a importância da aprendizagem da língua do país anfitrião como elemento fundamental da dignidade humana, com destaque para a modalidade de Português como Língua de Acolhimento (PLAc) e ênfase para o ensino do idioma no âmbito do refúgio. Propomo-nos a analisar este tema através da apresentação dos resultados do estudo de caso realizado sobre o programa Português Língua Estrangeira (PLE) oferecido pelo Conselho Português para os Refugiados (CPR), cujo objetivo principal foi o de perceber de que modo o ensino da Língua Portuguesa é desenvolvido pela instituição para, então, refletir sobre como o idioma local pode funcionar como efetivo agente de integração dos refugiados e requerentes de asilo em Portugal.