Publicação
Audiovideografia e construção de identidades: um estudo de caso com alunos do 6º ano de escolaridade em área de projecto e formação cívica
| Resumo: | O trabalho de investigação aqui apresentado tem por objectivo estudar e, se possível, tentar demosntrar que a audiovideografia na perspectiva de "video-educativo na 1ª pessoa" pode constituir uma ajuda importante para a aprendizagem do aluno, sobretudo na tomada de consciência da sua identidade e nos processos de auto-regulação. Parece-nos que, se ao aluno for permitido ter um papel activo, criativo, participativo, interactivo com o mundo circundantes, a aprendizagem se tornará mais atraente, mais cativante e logo mais fluente. As tecnologias, se usadas no ensino adequadamente, poderão contribuir para este investimento dos alunos no seu próprio, individual e único processo de aprendizagem. Ao estudante dá-se, por norma, mais daquilo que ele não quer. O problema não reside na falta de acréscimo da carga horária em cada disciplina mas nas estratégias de ensino utilizada para ensinar, nos meios a que se recorre e na inovação. |
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| Autores principais: | Ferreira, Maria José Rodrigues Cunha |
| Outros Autores: | Oliveira, Lia Raquel |
| Assunto: | Cinema educativo Podcast video Identidade Vídeo educativo Auto-regulação Educação para os media Motivação Educational cinema Educational video Identity Self-regulation Motivation Media education |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O trabalho de investigação aqui apresentado tem por objectivo estudar e, se possível, tentar demosntrar que a audiovideografia na perspectiva de "video-educativo na 1ª pessoa" pode constituir uma ajuda importante para a aprendizagem do aluno, sobretudo na tomada de consciência da sua identidade e nos processos de auto-regulação. Parece-nos que, se ao aluno for permitido ter um papel activo, criativo, participativo, interactivo com o mundo circundantes, a aprendizagem se tornará mais atraente, mais cativante e logo mais fluente. As tecnologias, se usadas no ensino adequadamente, poderão contribuir para este investimento dos alunos no seu próprio, individual e único processo de aprendizagem. Ao estudante dá-se, por norma, mais daquilo que ele não quer. O problema não reside na falta de acréscimo da carga horária em cada disciplina mas nas estratégias de ensino utilizada para ensinar, nos meios a que se recorre e na inovação. |
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