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Tensões, rivalidades e resistencias na confraria das Almas da igreja de São Vítor de Braga (século XVIII)
| Summary: | A confraria das Almas da igreja São Vítor, de Braga, Portugal, era uma instituição pujante no século XVIII. O preâmbulo dos seus estatutos de 1738 explica a sua fundação em 1704, depois de um movimento de fiéis se ter organizado desde 1700 em torno desta invocação.1 Esta modalidade de formação foi comum a várias congéneres da cidade e demonstra a popularidade do culto entre os fiéis e o medo do Purgatório. A instituição estava sediada na igreja paroquial do mesmo orago e concorria com muitas congéneres da cidade, mais de sete dezenas, em 1762. A riqueza que possuía provinha de muitos legados que recebia, de peditórios que efetuava, de esmolas de alguns fiéis, de prazos, de dinheiro que tinha a juro e ainda das joias de ingresso que os irmãos pagavam. |
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| Main Authors: | Araújo, Maria Marta Lobo de |
| Subject: | Humanidades::História e Arqueologia |
| Year: | 2025 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | book part |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Universidade do Minho |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Summary: | A confraria das Almas da igreja São Vítor, de Braga, Portugal, era uma instituição pujante no século XVIII. O preâmbulo dos seus estatutos de 1738 explica a sua fundação em 1704, depois de um movimento de fiéis se ter organizado desde 1700 em torno desta invocação.1 Esta modalidade de formação foi comum a várias congéneres da cidade e demonstra a popularidade do culto entre os fiéis e o medo do Purgatório. A instituição estava sediada na igreja paroquial do mesmo orago e concorria com muitas congéneres da cidade, mais de sete dezenas, em 1762. A riqueza que possuía provinha de muitos legados que recebia, de peditórios que efetuava, de esmolas de alguns fiéis, de prazos, de dinheiro que tinha a juro e ainda das joias de ingresso que os irmãos pagavam. |
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