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Família: ontem como hoje, permanente educadora

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A família, enquanto primeira instância de formação e socialização da criança, que se mantém ao longo da vida como permanente educadora, parece continuar a não suscitar o interesse que seria desejável por parte dos investigadores, pelo que continua a ser percecionada um pouco como “caixa negra”, ou seja, cujo funcionamento fica registado nos seus educandos mas oculto em termos públicos. Neste texto realiza-se uma abordagem à instituição familiar em termos de conceptualização, funções e sucessivas recriações estruturais, procurando-se contribuir para uma melhor apreensão da complexidade do fenómeno educativo, assumindo a imprescindibilidade da família nesse processo e o “peso imensurável que tem no desenvolvimento das pessoas” (Caeiro, 2005:21). Numa postura reflexiva, é apresentada uma análise em torno das várias tipologias familiares - da mais tradicional às pós-modernas – com destaque para as funções que socialmente sempre lhe foram e continuam a ser atribuídas.
Autores principais:Martins, Maria
Outros Autores:Sarmento, Teresa; Alves, Sónia
Assunto:Família(s) Educação Mudanças sociais
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A família, enquanto primeira instância de formação e socialização da criança, que se mantém ao longo da vida como permanente educadora, parece continuar a não suscitar o interesse que seria desejável por parte dos investigadores, pelo que continua a ser percecionada um pouco como “caixa negra”, ou seja, cujo funcionamento fica registado nos seus educandos mas oculto em termos públicos. Neste texto realiza-se uma abordagem à instituição familiar em termos de conceptualização, funções e sucessivas recriações estruturais, procurando-se contribuir para uma melhor apreensão da complexidade do fenómeno educativo, assumindo a imprescindibilidade da família nesse processo e o “peso imensurável que tem no desenvolvimento das pessoas” (Caeiro, 2005:21). Numa postura reflexiva, é apresentada uma análise em torno das várias tipologias familiares - da mais tradicional às pós-modernas – com destaque para as funções que socialmente sempre lhe foram e continuam a ser atribuídas.