Publicação
Integração do uso de água para reutilização nos sistemas de distribuição
| Resumo: | O crescimento populacional a um ritmo exacerbante e as secas extremas que se verificam em várias partes do mundo, estão a contribuir significativamente para uma diminuição na quantidade de água potável disponível no planeta. A falta deste recurso primário e essencial, pode levar a consequências catastróficas como o aumento da fome e das desigualdades sociais, a guerra, e por fim, o colapso das economias. A presente dissertação dedica-se ao estudo aprofundado de uma das soluções parciais para esta problemática, inspirada no ciclo hidrológico da água: a reutilização da água e a gestão dos seus sistemas. Neste contexto, explora-se de forma exaustiva e pormenorizada, os distintos sistemas de reutilização da água, os diferentes usos onde poderão ser aplicadas, as águas para reutilização, e por fim os tratamentos físicos, químicos, e biológicos que tornam possível a reutilização da água, de acordo com uma abordagem fit-for-all ou fit- for-purpose. Posteriormente, procedeu-se á análise de um caso de sucesso, na aplicação de águas residuais tratadas, ocorrido em Singapura, explorando os fatores e os motivos que levaram o país a ser pioneiro e líder na área da reutilização da água. Por último, aborda-se a importância e os diversos processos inerentes á gestão eficaz dos sistemas de reutilização de água, a fim de garantir um abastecimento fiável e seguro, tanto em qualidade como em quantidade, assegurando assim a sustentabilidade dos recursos hídricos e o bem-estar das populações. A gestão dos sistemas de águas para reutilização é bastante abrangente, contendo áreas, como a gestão do risco ou a gestão patrimonial de infraestruturas. Uma gestão global e eficiente, exige uma interligação e coordenação eficazes entre os diversos intervenientes, a implementação de planos aos diferentes níveis de aplicação, uma repartição clara das responsabilidades, e por fim um conjunto de indicadores que regulem o serviço. |
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| Autores principais: | Coelho, Maria Gomes |
| Assunto: | Águas para reutilização Gestão Planeamento Risco Management Planning Risk Wastewater reuse. Engenharia e Tecnologia::Engenharia Civil |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O crescimento populacional a um ritmo exacerbante e as secas extremas que se verificam em várias partes do mundo, estão a contribuir significativamente para uma diminuição na quantidade de água potável disponível no planeta. A falta deste recurso primário e essencial, pode levar a consequências catastróficas como o aumento da fome e das desigualdades sociais, a guerra, e por fim, o colapso das economias. A presente dissertação dedica-se ao estudo aprofundado de uma das soluções parciais para esta problemática, inspirada no ciclo hidrológico da água: a reutilização da água e a gestão dos seus sistemas. Neste contexto, explora-se de forma exaustiva e pormenorizada, os distintos sistemas de reutilização da água, os diferentes usos onde poderão ser aplicadas, as águas para reutilização, e por fim os tratamentos físicos, químicos, e biológicos que tornam possível a reutilização da água, de acordo com uma abordagem fit-for-all ou fit- for-purpose. Posteriormente, procedeu-se á análise de um caso de sucesso, na aplicação de águas residuais tratadas, ocorrido em Singapura, explorando os fatores e os motivos que levaram o país a ser pioneiro e líder na área da reutilização da água. Por último, aborda-se a importância e os diversos processos inerentes á gestão eficaz dos sistemas de reutilização de água, a fim de garantir um abastecimento fiável e seguro, tanto em qualidade como em quantidade, assegurando assim a sustentabilidade dos recursos hídricos e o bem-estar das populações. A gestão dos sistemas de águas para reutilização é bastante abrangente, contendo áreas, como a gestão do risco ou a gestão patrimonial de infraestruturas. Uma gestão global e eficiente, exige uma interligação e coordenação eficazes entre os diversos intervenientes, a implementação de planos aos diferentes níveis de aplicação, uma repartição clara das responsabilidades, e por fim um conjunto de indicadores que regulem o serviço. |
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