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Publicidade à publicidade: a persuasão hipertransparente

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O discurso persuasivo pseudo-desmontado por recentes campanhas publicitárias (Vêgê, Jumbo, Dove, TMN) aparece ao consumidor/espectador como subitamente acessível e descomplicado, sem segredos, sem truques, afastado do glamour mediático e mais próximo da realidade quotidiana, com todos os seus defeitos e dificuldades. Que estratégia está por trás desta tendência, qual será o seu objectivo e quais os seus efeitos colaterais? De que forma a imagem da publicidade é alterada, desconstruída e/ou reconstruida pelos consumidores? Até que ponto, despida de artifícios, a publicidade se torna mais legítima, mais profissional e mais séria? Não será este mais um requebro da infinita sedução publicitária, em prol de mais notoriedade, mais encanto, mais tempo de vida no espírito do consumidor, em suma, mais eficácia? Estará a publicidade em crise existencial, à procura da sua essência e da sua legitimidade?
Autores principais:Melo, Ana Duarte
Assunto:Publicidade Persuasão Legitimidade Imagem Transparência Consumidor Vêgê Jumbo Dove TMN
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O discurso persuasivo pseudo-desmontado por recentes campanhas publicitárias (Vêgê, Jumbo, Dove, TMN) aparece ao consumidor/espectador como subitamente acessível e descomplicado, sem segredos, sem truques, afastado do glamour mediático e mais próximo da realidade quotidiana, com todos os seus defeitos e dificuldades. Que estratégia está por trás desta tendência, qual será o seu objectivo e quais os seus efeitos colaterais? De que forma a imagem da publicidade é alterada, desconstruída e/ou reconstruida pelos consumidores? Até que ponto, despida de artifícios, a publicidade se torna mais legítima, mais profissional e mais séria? Não será este mais um requebro da infinita sedução publicitária, em prol de mais notoriedade, mais encanto, mais tempo de vida no espírito do consumidor, em suma, mais eficácia? Estará a publicidade em crise existencial, à procura da sua essência e da sua legitimidade?