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O falar bracarense: Mitos, identidades e palavrões

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Não há um espaço humano sem uma língua que o delimite. Mas também não pode haver uma língua sem um espaço físico e social. No caso do “espaço bracarense”, que especificidades podem identificar a forma de usar a língua? Não tendo por finalidade dirigir-se a um público de especialistas sobre dialetologia, este texto consiste apenas num conjunto de reflexões que procuram fundamentar e exemplificar, numa dimensão sociolinguística, a relação entre um espaço geográfco e as suas idiossincrasias linguísticas e vivenciais-culturais. Procurar-se-á, através de testemunhos do Projeto Perfil Sociolinguístico da Fala Bracarense (https://sites.google.com/site/projectofalabracarense/home), evidenciar a importância que alguns elementos lexicais podem ter num determinado espaço geográfico, bem assim como refletir sobre a autoconsciência que o falante bracarense tem da sua fala.
Autores principais:Teixeira, José
Assunto:falar bracarense léxico e regionalismos língua e vivências culturais calão cascavelho
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Não há um espaço humano sem uma língua que o delimite. Mas também não pode haver uma língua sem um espaço físico e social. No caso do “espaço bracarense”, que especificidades podem identificar a forma de usar a língua? Não tendo por finalidade dirigir-se a um público de especialistas sobre dialetologia, este texto consiste apenas num conjunto de reflexões que procuram fundamentar e exemplificar, numa dimensão sociolinguística, a relação entre um espaço geográfco e as suas idiossincrasias linguísticas e vivenciais-culturais. Procurar-se-á, através de testemunhos do Projeto Perfil Sociolinguístico da Fala Bracarense (https://sites.google.com/site/projectofalabracarense/home), evidenciar a importância que alguns elementos lexicais podem ter num determinado espaço geográfico, bem assim como refletir sobre a autoconsciência que o falante bracarense tem da sua fala.