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Coparentalidade e envolvimento emocional com o bebé durante a gravidez em mães e pais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A coparentalidade e o envolvimento emocional são tarefas desenvolvimentais interrelacionadas fundamentais na transição para a parentalidade. Contudo, as suas trajetórias ao longo da gravidez estão pouco estudadas. O estudo analisou: (1) trajetórias de coparentalidade, (2) trajetórias de envolvimento emocional, e (3) a associação entre as trajetórias de coparentalidade e envolvimento emocional, entre o 1º trimestre e 3º trimestre de gravidez, em mães e pais. A amostra foi constituída por 92 participantes, 52 mães e 40 pais, avaliados no 1º e 3º trimestre de gravidez através de medidas de autorrelato para avaliar expectativas coparentais e o envolvimento emocional com o bebé. Os resultados revelaram estabilidade na coparentalidade e no envolvimento emocional, exceto no envolvimento emocional não claro que aumentou ao longo do tempo, em mães e pais. As expectativas parentais acerca da coparentalidade associam-se significativamente ao envolvimento emocional com o bebé. Pais com expectativas elevadas de conflito e falta de suporte mostraram uma diminuição mais acentuada do envolvimento emocional global e um aumento mais acentuado do envolvimento emocional negativo, respetivamente. Mães com expectativas elevadas de conflito apresentaram um aumento mais acentuado do envolvimento emocional negativo. Durante a gravidez, a qualidade da coparentalidade interfere no envolvimento emocional dos pais com o bebé.
Autores principais:Magalhães, Joana Filipa Oliveira
Assunto:Coparentalidade Envolvimento Emocional Gravidez Bonding Transição para a Parentalidade Coparenting Emotional Involvement Pregnancy Transition to Parenthood
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A coparentalidade e o envolvimento emocional são tarefas desenvolvimentais interrelacionadas fundamentais na transição para a parentalidade. Contudo, as suas trajetórias ao longo da gravidez estão pouco estudadas. O estudo analisou: (1) trajetórias de coparentalidade, (2) trajetórias de envolvimento emocional, e (3) a associação entre as trajetórias de coparentalidade e envolvimento emocional, entre o 1º trimestre e 3º trimestre de gravidez, em mães e pais. A amostra foi constituída por 92 participantes, 52 mães e 40 pais, avaliados no 1º e 3º trimestre de gravidez através de medidas de autorrelato para avaliar expectativas coparentais e o envolvimento emocional com o bebé. Os resultados revelaram estabilidade na coparentalidade e no envolvimento emocional, exceto no envolvimento emocional não claro que aumentou ao longo do tempo, em mães e pais. As expectativas parentais acerca da coparentalidade associam-se significativamente ao envolvimento emocional com o bebé. Pais com expectativas elevadas de conflito e falta de suporte mostraram uma diminuição mais acentuada do envolvimento emocional global e um aumento mais acentuado do envolvimento emocional negativo, respetivamente. Mães com expectativas elevadas de conflito apresentaram um aumento mais acentuado do envolvimento emocional negativo. Durante a gravidez, a qualidade da coparentalidade interfere no envolvimento emocional dos pais com o bebé.