Publicação
Estilos de vida: o que dizem os professores; a realidade dos alunos
| Resumo: | Tendo por premissa que a educação para a saúde é um processo de capacitação, participação e responsabilização que deve conduzir os jovens à adopção e manutenção de estilos de vida saudáveis, desenvolvemos o presente estudo que teve como objectivos: conhecer as concepções de educação para a saúde dos professores; caracterizar as suas actividades de educação para a saúde; conhecer os hábitos alimentares dos alunos, tipo de actividade física e identificar comportamentos de risco, nomeadamente no que diz respeito ao consumo de tabaco, bebidas alcoólicas, drogas ilícitas e comportamento sexual. É um estudo descritivo e transversal, em que os dados foram recolhidos através de um questionário on line, tendo sido garantido o anonimato e a confidencialidade dos dados. Participaram neste estudo um total de 77 professores, e 467 alunos, provenientes de Escolas situadas na região norte de Portugal. Resultados: Todos os professores do 1º ciclo e de ciências naturais (2º ciclo) dizem realizar Educação para a saúde, enquanto que os professores das ciências exactas e tecnologias dizem não realizar; a maior parte dos professores diz que quem deve ensinar educação para a saúde são os pais, professores e profissionais da saúde em conjunto; cerca de dois terços dos jovens dizem não ter experimentado tabaco, a bebida mais consumida é o vinho; a maioria dos jovens diz não consumir qualquer tipo de droga ilícita e são os rapazes que afirmam mais frequentemente já ter tido relações sexuais. Conclusões: A educação para a saúde é um processo de capacitação, participação e responsabilização que deve levar os jovens a adoptarem e manterem estilos de vida saudáveis. Consideramos, este estudo como um ponto de partida necessário a que uma intervenção comunitária em termos de educação para a saúde se possa efectivar. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Vitor |
| Outros Autores: | Carvalho, Graça Simões de; Gonçalves, Artur; Albuquerque, Carlos |
| Assunto: | Educação para a Saúde Hábitos alimentares Álcool Tabaco Drogas Comportamentos sexuais |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Tendo por premissa que a educação para a saúde é um processo de capacitação, participação e responsabilização que deve conduzir os jovens à adopção e manutenção de estilos de vida saudáveis, desenvolvemos o presente estudo que teve como objectivos: conhecer as concepções de educação para a saúde dos professores; caracterizar as suas actividades de educação para a saúde; conhecer os hábitos alimentares dos alunos, tipo de actividade física e identificar comportamentos de risco, nomeadamente no que diz respeito ao consumo de tabaco, bebidas alcoólicas, drogas ilícitas e comportamento sexual. É um estudo descritivo e transversal, em que os dados foram recolhidos através de um questionário on line, tendo sido garantido o anonimato e a confidencialidade dos dados. Participaram neste estudo um total de 77 professores, e 467 alunos, provenientes de Escolas situadas na região norte de Portugal. Resultados: Todos os professores do 1º ciclo e de ciências naturais (2º ciclo) dizem realizar Educação para a saúde, enquanto que os professores das ciências exactas e tecnologias dizem não realizar; a maior parte dos professores diz que quem deve ensinar educação para a saúde são os pais, professores e profissionais da saúde em conjunto; cerca de dois terços dos jovens dizem não ter experimentado tabaco, a bebida mais consumida é o vinho; a maioria dos jovens diz não consumir qualquer tipo de droga ilícita e são os rapazes que afirmam mais frequentemente já ter tido relações sexuais. Conclusões: A educação para a saúde é um processo de capacitação, participação e responsabilização que deve levar os jovens a adoptarem e manterem estilos de vida saudáveis. Consideramos, este estudo como um ponto de partida necessário a que uma intervenção comunitária em termos de educação para a saúde se possa efectivar. |
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