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Timor Leste contado aos jovens, patrimônio e identidade: perspectivas da mundividência autóctone

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Devido a sucessivos e quase ininterruptos períodos bélicos e de ocupação, a fragilidades socioeconómicas e à ausência de um ensino sistematizado numa língua oficial, a produção literária timorense escrita revela-se bastante modesta. Apesar de a literatura timorense ter assistido ao despertar do género romanesco - sendo Luís Cardoso o mais proeminente escritor de Timor -, a invenção literária dedicada a um público mais jovem é praticamente inexistente. Ainda assim, os jovens timorenses, que têm acesso aos livros, podem ler algumas obras traduzidas para tétum e, também, esparsos contos do património oral nativo. O presente exercício visa, num primeiro momento, lançar um olhar crítico sobre a literatura infantil em Timor-Leste. Num segundo momento, utilizar-se-á a historiografia universal e as pistas culturais timorenses para compreender e divulgar a produção estética de Sophia de Mello Breyner (Anjo de Timor) e de João Pedro Mésseder (Timor Lorosa‟e – A ilha do sol nascente) à luz dos códigos nativos. É de crer que o exercício se mostre pertinente em três aspetos convergentes e complementares: na promoção de obras literárias alinhavadas com o património e a identidade timorense; na compreensão das obras sob a perspectiva da mundividência autóctone e, também, na divulgação da cultura timorense.
Autores principais:Albuquerque, Pedro
Outros Autores:Azevedo, Fernando; Vergopolan, Roseli
Assunto:Literatura infanto-juvenil lusófona Sophia de Mello Breyner Andresen João Pedro Mésseder
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Devido a sucessivos e quase ininterruptos períodos bélicos e de ocupação, a fragilidades socioeconómicas e à ausência de um ensino sistematizado numa língua oficial, a produção literária timorense escrita revela-se bastante modesta. Apesar de a literatura timorense ter assistido ao despertar do género romanesco - sendo Luís Cardoso o mais proeminente escritor de Timor -, a invenção literária dedicada a um público mais jovem é praticamente inexistente. Ainda assim, os jovens timorenses, que têm acesso aos livros, podem ler algumas obras traduzidas para tétum e, também, esparsos contos do património oral nativo. O presente exercício visa, num primeiro momento, lançar um olhar crítico sobre a literatura infantil em Timor-Leste. Num segundo momento, utilizar-se-á a historiografia universal e as pistas culturais timorenses para compreender e divulgar a produção estética de Sophia de Mello Breyner (Anjo de Timor) e de João Pedro Mésseder (Timor Lorosa‟e – A ilha do sol nascente) à luz dos códigos nativos. É de crer que o exercício se mostre pertinente em três aspetos convergentes e complementares: na promoção de obras literárias alinhavadas com o património e a identidade timorense; na compreensão das obras sob a perspectiva da mundividência autóctone e, também, na divulgação da cultura timorense.