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A mamoa do Carreiro da Quinta, Lage, Vila Verde, NO de Portugal: resultados de uma escavação de emergência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Trabalhos de emergência durante a construção de uma moradia permitiram a escavação parcial do monumento megalítico do Carreiro da Quinta (Laje, Vila Verde, Braga). Atendendo à sua implementação espacial, ao registo de escavação e ao estudo dos materiais recolhidos, avançam-se algumas interpretações. Um machado e uma ponta de seta em matérias-primas alógenas e uma forma cerâmica datáveis do Neolítico situam a construção do monumento naquele período. Fragmentos cerâmicos de recipientes campaniformes e um número considerável de recipientes e fragmentos cerâmicos datáveis da Idade do Bronze apontam para a profusa reutilização do local durante entre o III e o II milénios a.C.. Formas cerâmicas históricos terão resultado, quer de reutilizações, quer de várias violações do monumento.
Autores principais:Sampaio, Hugo Aluai
Outros Autores:Maciel, Tarcísio D. P.; Bettencourt, Ana M. S.; Simões, Pedro M. M. P.
Assunto:Monumento megalítico Noroeste de Portugal Neolítico Calcolítico Idade do Bronze Significação na longa diacronia Portuguese Northwest Significance in the long diachrony Dolmen Neolithic Chalcolithic Bronze Age
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Trabalhos de emergência durante a construção de uma moradia permitiram a escavação parcial do monumento megalítico do Carreiro da Quinta (Laje, Vila Verde, Braga). Atendendo à sua implementação espacial, ao registo de escavação e ao estudo dos materiais recolhidos, avançam-se algumas interpretações. Um machado e uma ponta de seta em matérias-primas alógenas e uma forma cerâmica datáveis do Neolítico situam a construção do monumento naquele período. Fragmentos cerâmicos de recipientes campaniformes e um número considerável de recipientes e fragmentos cerâmicos datáveis da Idade do Bronze apontam para a profusa reutilização do local durante entre o III e o II milénios a.C.. Formas cerâmicas históricos terão resultado, quer de reutilizações, quer de várias violações do monumento.