Publicação
Culturas organizacionais e profissionais: formação em contexto num agrupamento de escolas
| Resumo: | Nesta comunicação apresentam-se alguns resultados de uma investigação realizada num Agrupamento de Escolas. O objectivo principal foi analisar o processo de construção sócio-organizacional do Agrupamento e as dinâmicas de formação em contexto que o mesmo proporcionou. A investigação baseou-se, essencialmente, numa tipologia de Andy Hargreaves, a qual permitiu visualizar mudanças nas culturas organizacionais e profissionais e, especificamente, ao nível do trabalho docentes, resultantes da “formação em contexto” que envolveu professores de diferentes níveis de ensino que passaram a integrar o Agrupamento. A Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986 preconizava formas de organização pedagógica e administrativa para o ensino básico, constituído por tês ciclos, com a duração de nove anos. A partir de 1998, as novas unidades organizacionais e administrativas – os Agrupamentos de Escolas – consubstanciaram a transição de modalidades de trabalho isolado para o trabalho em conjunto, assumindo este diferentes lógicas à luz da referida tipologia de Hargreaves. Numa fase inicial, o “Agrupamento Horizontal” caracterizou-se mais pelo trabalho colaborativo e de projecto, entre educadores de infância e professores do 1º ciclo. Posteriormente, a constituição do “Agrupamento Vertical”, envolvendo as escolas e os docentes dos diversos níveis de ensino, não configurou um “casamento desejado” acentuando antes culturas balcanizadas em termos organizacionais e profissionais. |
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| Autores principais: | Mendes, Maria Emília |
| Outros Autores: | Ferreira, Fernando Ilídio |
| Assunto: | Agrupamento de escolas Formação de professores Culturas organizacionais e Profissionais |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Nesta comunicação apresentam-se alguns resultados de uma investigação realizada num Agrupamento de Escolas. O objectivo principal foi analisar o processo de construção sócio-organizacional do Agrupamento e as dinâmicas de formação em contexto que o mesmo proporcionou. A investigação baseou-se, essencialmente, numa tipologia de Andy Hargreaves, a qual permitiu visualizar mudanças nas culturas organizacionais e profissionais e, especificamente, ao nível do trabalho docentes, resultantes da “formação em contexto” que envolveu professores de diferentes níveis de ensino que passaram a integrar o Agrupamento. A Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986 preconizava formas de organização pedagógica e administrativa para o ensino básico, constituído por tês ciclos, com a duração de nove anos. A partir de 1998, as novas unidades organizacionais e administrativas – os Agrupamentos de Escolas – consubstanciaram a transição de modalidades de trabalho isolado para o trabalho em conjunto, assumindo este diferentes lógicas à luz da referida tipologia de Hargreaves. Numa fase inicial, o “Agrupamento Horizontal” caracterizou-se mais pelo trabalho colaborativo e de projecto, entre educadores de infância e professores do 1º ciclo. Posteriormente, a constituição do “Agrupamento Vertical”, envolvendo as escolas e os docentes dos diversos níveis de ensino, não configurou um “casamento desejado” acentuando antes culturas balcanizadas em termos organizacionais e profissionais. |
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