Publicação
Newsletter - MeIntegra
| Resumo: | Um dos temas centrais que nos propomos tratar no número desta Newsletter prende-se com o empreendedorismo e a sua importância ao nível do emprego, competitividade e coesão social. Na base da tomada de decisão para a criação de um emprego/ empresa estão presentes, entre outros factores, a percepção de uma oportunidade de negócio (em oposição à necessidade), a complexidade administrativa, os obstáculos financeiros ou a existência de competências profissionais adequadas. Segundo o Eurobarómento do Empreendedorismo (2006), os europeus estão atrás dos norte-americanos no que diz respeito ao espírito empreendedor. Este facto deve-se a várias razões, como o receio de insucesso ou a falta de acesso a financiamento. A este propósito, vale a pena aprofundar sobre as causas deste persistente gap, com particular incidência para Portugal. Este apresenta uma taxa de empreendedorismo que ronda os 4%, contra a média europeia, localizada nos 9,3%, porém apresenta-se como um dos países onde existe o “desejo de trabalhar por conta própria”. As explicações avançadas para este significativo “empreendedorismo latente” centram-se: i) na baixa tolerância social ao risco, ii) no nível educacional e de conhecimento insuficiente dos empreendedores iii) na persistência de barreiras financeiras e administrativas, particularmente num tecido empresarial constituído por microempresas, muitas delas a raiar um “empreendedorismo de subsistência”, iv) na existência de um perfil de empresário que o é por "não haver outras alternativas de emprego". |
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| Autores principais: | Marques, Ana Paula |
| Assunto: | Projecto MeIntegra Empreendedorismo |
| Ano: | 2007 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Um dos temas centrais que nos propomos tratar no número desta Newsletter prende-se com o empreendedorismo e a sua importância ao nível do emprego, competitividade e coesão social. Na base da tomada de decisão para a criação de um emprego/ empresa estão presentes, entre outros factores, a percepção de uma oportunidade de negócio (em oposição à necessidade), a complexidade administrativa, os obstáculos financeiros ou a existência de competências profissionais adequadas. Segundo o Eurobarómento do Empreendedorismo (2006), os europeus estão atrás dos norte-americanos no que diz respeito ao espírito empreendedor. Este facto deve-se a várias razões, como o receio de insucesso ou a falta de acesso a financiamento. A este propósito, vale a pena aprofundar sobre as causas deste persistente gap, com particular incidência para Portugal. Este apresenta uma taxa de empreendedorismo que ronda os 4%, contra a média europeia, localizada nos 9,3%, porém apresenta-se como um dos países onde existe o “desejo de trabalhar por conta própria”. As explicações avançadas para este significativo “empreendedorismo latente” centram-se: i) na baixa tolerância social ao risco, ii) no nível educacional e de conhecimento insuficiente dos empreendedores iii) na persistência de barreiras financeiras e administrativas, particularmente num tecido empresarial constituído por microempresas, muitas delas a raiar um “empreendedorismo de subsistência”, iv) na existência de um perfil de empresário que o é por "não haver outras alternativas de emprego". |
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