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A inovação no serviço público de média a partir da escuta e da participação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Doutora Isabel Reis constitui uma referência no estudo e na prática do jornalismo radiofónico e dos meios sonoros em Portugal. Nesta entrevista — concedida aos investigadores Elton Bruno Pinheiro e Luís António Santos — a docente de rádio da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Provedora do Ouvinte da RTP reflete sobre os desafios contemporâneos do SPM português, sublinha a questão da inovação como uma espécie de laboratório nos meios públicos e também destaca a relação entre tecnologia e cidadania e a necessidade de uma maior valorização do áudio e das rádios públicas no contexto digital. Ao conceber a rádio como um espaço de escuta e participação, Reis propõe uma visão integrada do Serviço Público que transcende a mera difusão de conteúdos, configurando-se como um projeto coletivo, democrático e inclusivo. Entre a academia e o jornalismo, entre o exercício da escuta pública e de uma cultura do ouvir, a sua perspetiva reafirma a necessária relação entre o Serviço Público de Média e a inovação simbólica ao dialogar diretamente com o princípio que orienta o seu mandato como Provedora: “Uma rádio com ouvidos: a rádio tem de saber ouvir os ouvintes — não existe para os ouvintes — faz-se com os ouvintes.”
Autores principais:Reis, Isabel
Outros Autores:Pinheiro, Elton Bruno; Santos, Luís António
Assunto:Rádio Pública Provedora do Ouvinte Serviço Público de Média Cultura do Ouvir Inovação
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A Doutora Isabel Reis constitui uma referência no estudo e na prática do jornalismo radiofónico e dos meios sonoros em Portugal. Nesta entrevista — concedida aos investigadores Elton Bruno Pinheiro e Luís António Santos — a docente de rádio da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Provedora do Ouvinte da RTP reflete sobre os desafios contemporâneos do SPM português, sublinha a questão da inovação como uma espécie de laboratório nos meios públicos e também destaca a relação entre tecnologia e cidadania e a necessidade de uma maior valorização do áudio e das rádios públicas no contexto digital. Ao conceber a rádio como um espaço de escuta e participação, Reis propõe uma visão integrada do Serviço Público que transcende a mera difusão de conteúdos, configurando-se como um projeto coletivo, democrático e inclusivo. Entre a academia e o jornalismo, entre o exercício da escuta pública e de uma cultura do ouvir, a sua perspetiva reafirma a necessária relação entre o Serviço Público de Média e a inovação simbólica ao dialogar diretamente com o princípio que orienta o seu mandato como Provedora: “Uma rádio com ouvidos: a rádio tem de saber ouvir os ouvintes — não existe para os ouvintes — faz-se com os ouvintes.”

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