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Empregabilidade percebida e desigualdade social: Reflexões sobre a construção da autoeficácia entre estudantes das classes populares no Ensino Superior

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O ingresso no ensino superior é uma transição marcada por inúmeras adaptações que apresentam ao estudante um universo educacional diferente do ambiente escolar. Estes elementos são impostos na adaptação de todos os estudantes, incluindo-se os estudantes oriundos das classes mais populares que, por consequência, experimentam maior desvantagem nesta acomodação devido a sua própria condição de vida. Esse desafio, segundo pesquisas, pode impactar na permanência dos estudantes nos cursos universitários, bem como no desenvolvimento de habilidades que os projetam mais facilmente ao mercado de trabalho, a exemplo da autoeficácia. Este artigo, portanto, tem como principal objetivo a discussão sobre a autoeficácia e empregabilidade percebida em estudantes de origens populares e como a classe pode se revelar uma categoria que demarca diferenças na vivência do ensino superior e, mais especificamente neste caso, no sucesso para obtenção do emprego.
Autores principais:Mendes, Crislanda O.
Outros Autores:Monteiro, Sílvia; Almeida, Leandro S.
Assunto:Ensino Superior Empregabilidade percebida Autoeficácia Classes sociais Higher Education Perceived employability Self-efficacy Social classes
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O ingresso no ensino superior é uma transição marcada por inúmeras adaptações que apresentam ao estudante um universo educacional diferente do ambiente escolar. Estes elementos são impostos na adaptação de todos os estudantes, incluindo-se os estudantes oriundos das classes mais populares que, por consequência, experimentam maior desvantagem nesta acomodação devido a sua própria condição de vida. Esse desafio, segundo pesquisas, pode impactar na permanência dos estudantes nos cursos universitários, bem como no desenvolvimento de habilidades que os projetam mais facilmente ao mercado de trabalho, a exemplo da autoeficácia. Este artigo, portanto, tem como principal objetivo a discussão sobre a autoeficácia e empregabilidade percebida em estudantes de origens populares e como a classe pode se revelar uma categoria que demarca diferenças na vivência do ensino superior e, mais especificamente neste caso, no sucesso para obtenção do emprego.