Publicação
Para que servem as colaborações científicas internacionais?
| Resumo: | O avanço do conhecimento em áreas científicas como a física de partículas e a exploração do espaço, mas também o estudo do genoma humano ou do clima, requer trabalhar em ambiente de cooperação internacional, em programas de grande amplitude e complexidade, com recurso a grandes infraestruturas experimentais. Estas áreas da ciência (big science) têm em comum a necessidade de desenvolvimento e utilização de equipamentos na fronteira da técnica. Contudo, a tecnologia não é um fim, é um meio: para estudar os constituintes ínfimos do universo ou as grandes estruturas do cosmo é imperativo desenvolver as ferramentas que permitam fazer avançar o conhecimento humano. Além disso, a colaboração internacional nas grandes organizações científicas pode dar contributos sociais tão importantes quanto inesperados. Não por acaso, em 2014 o aniversário do CERN foi celebrado com o mote “60 anos de ciência pela paz”, devido à sua história, feita de gerações de cientistas de todo o mundo a trabalhar em conjunto com os mesmos objetivos, usando a linguagem universal da ciência como a base comum em que culturas diversas se complementam e aceitam. |
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| Autores principais: | Castro, Nuno Filipe |
| Outros Autores: | Serrano Gonçalves, Patrícia |
| Assunto: | CERN Paz Ciências Naturais::Ciências Físicas Indústria, inovação e infraestruturas Paz, justiça e instituições eficazes |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O avanço do conhecimento em áreas científicas como a física de partículas e a exploração do espaço, mas também o estudo do genoma humano ou do clima, requer trabalhar em ambiente de cooperação internacional, em programas de grande amplitude e complexidade, com recurso a grandes infraestruturas experimentais. Estas áreas da ciência (big science) têm em comum a necessidade de desenvolvimento e utilização de equipamentos na fronteira da técnica. Contudo, a tecnologia não é um fim, é um meio: para estudar os constituintes ínfimos do universo ou as grandes estruturas do cosmo é imperativo desenvolver as ferramentas que permitam fazer avançar o conhecimento humano. Além disso, a colaboração internacional nas grandes organizações científicas pode dar contributos sociais tão importantes quanto inesperados. Não por acaso, em 2014 o aniversário do CERN foi celebrado com o mote “60 anos de ciência pela paz”, devido à sua história, feita de gerações de cientistas de todo o mundo a trabalhar em conjunto com os mesmos objetivos, usando a linguagem universal da ciência como a base comum em que culturas diversas se complementam e aceitam. |
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