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Is investor sentiment a missing factor for the explanation of mutual fund performance?

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Resumo:Este trabalho de investigação testa a inclusão da medida de sentimento do investidor AAII em modelos de finanças tradicionais, como o modelo de fator q-4 (Hou et al.,2015) e o modelo de 4 fatores de Carhart. Um dos principais objetivos consiste em avaliar se o sentimento do investidor pode representar uma das fontes do alfa dos fundos de investimento, que muitas vezes é visto como desempenho superior/inferior. Ao nível individual/fundo, a inclusão do sentimento do investidor reduz a probabilidade de ocorrência do alfa (quer seja positivo ou negativo), atribuindo um papel para essa variável comportamental no desempenho individual dos fundos de investimento. Uma validação de robustez, usando o índice composto de sentimento do investidor de Baker & Wurgler (2006), confirma os resultados, sobretudo para explicar o desempenho positivo. Ao nível das carteiras, os resultados mostram que o sentimento do investidor não é uma variável estatisticamente significativa para explicar as rendibilidades em excesso das carteiras vencedoras/perdedoras de fundos, com um nível de desempenho positive ou negativo associado, o que evidencia que o sentimento não representa um fator de prémio de risco nos designados modelos tradicionais. Em geral, o sentimento do investidor é um fator em falta a fim se de avaliar o desempenho dos fundos de investimento, uma vez que é uma das fontes do alfa. Por não ser considerado um fator de risco, também existe algo em falta nos modelos tradicionais de avaliação de ativos. As finanças comportamentais, ao considerar o sentimento do investidor, parecem ser resposta.
Autores principais:Ribeiro, Tiago Almeida
Assunto:Desempenho dos fundos de investimento Finanças comportamentais Sentimento do investidor Mutual fund performance Behavioral finance Investor sentiment
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este trabalho de investigação testa a inclusão da medida de sentimento do investidor AAII em modelos de finanças tradicionais, como o modelo de fator q-4 (Hou et al.,2015) e o modelo de 4 fatores de Carhart. Um dos principais objetivos consiste em avaliar se o sentimento do investidor pode representar uma das fontes do alfa dos fundos de investimento, que muitas vezes é visto como desempenho superior/inferior. Ao nível individual/fundo, a inclusão do sentimento do investidor reduz a probabilidade de ocorrência do alfa (quer seja positivo ou negativo), atribuindo um papel para essa variável comportamental no desempenho individual dos fundos de investimento. Uma validação de robustez, usando o índice composto de sentimento do investidor de Baker & Wurgler (2006), confirma os resultados, sobretudo para explicar o desempenho positivo. Ao nível das carteiras, os resultados mostram que o sentimento do investidor não é uma variável estatisticamente significativa para explicar as rendibilidades em excesso das carteiras vencedoras/perdedoras de fundos, com um nível de desempenho positive ou negativo associado, o que evidencia que o sentimento não representa um fator de prémio de risco nos designados modelos tradicionais. Em geral, o sentimento do investidor é um fator em falta a fim se de avaliar o desempenho dos fundos de investimento, uma vez que é uma das fontes do alfa. Por não ser considerado um fator de risco, também existe algo em falta nos modelos tradicionais de avaliação de ativos. As finanças comportamentais, ao considerar o sentimento do investidor, parecem ser resposta.