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Da adolescência e da juventude. Equívocos e omissões

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Bibliographic Details
Summary:O Artigo discorre sobre o conteúdo dos quatro episódios sobre a vida dos adolescentes a iniciar a juventude, que alarmaram os frequentadores das redes sociais e consumidores de séries, o novo entretenimento de quase todos: Adolescence (2025), Adolescência em português, dos criadores Jack Thorne e Stephen Graham, e realização de Philip Barantini. O enredo gira em torno de Jamie Miller (Owen Cooper), um estudante inglês de 13 anos que é preso por ter assassinado uma colega da escola e que criou, ao que parece, grande alvoroço nas comunidades escolares de todo o mundo civilizado. Aqui voltei às origens desta fase crucial da vida de ada um de nós para mostrar que apenas mudaram duas coisas nos procedimentos dos adolescentes e jovens: a vida em rede que lhes ocupa literalmente 24 horas sobre 24 horas e a ideia peregrina dos Estados ocidentais de imporem e obrigarem a escolaridade essencialmente cognitiva até aos 18 anos.
Main Authors:Manso, Artur
Subject:Escola Educação Adolescência Juventude Redes Sociais Escolaridade Obrigatória
Year:2025
Country:Portugal
Document type:other
Access type:open access
Associated institution:Universidade do Minho
Language:Portuguese
Origin:RepositóriUM - Universidade do Minho
Description
Summary:O Artigo discorre sobre o conteúdo dos quatro episódios sobre a vida dos adolescentes a iniciar a juventude, que alarmaram os frequentadores das redes sociais e consumidores de séries, o novo entretenimento de quase todos: Adolescence (2025), Adolescência em português, dos criadores Jack Thorne e Stephen Graham, e realização de Philip Barantini. O enredo gira em torno de Jamie Miller (Owen Cooper), um estudante inglês de 13 anos que é preso por ter assassinado uma colega da escola e que criou, ao que parece, grande alvoroço nas comunidades escolares de todo o mundo civilizado. Aqui voltei às origens desta fase crucial da vida de ada um de nós para mostrar que apenas mudaram duas coisas nos procedimentos dos adolescentes e jovens: a vida em rede que lhes ocupa literalmente 24 horas sobre 24 horas e a ideia peregrina dos Estados ocidentais de imporem e obrigarem a escolaridade essencialmente cognitiva até aos 18 anos.