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Mudanças epistémicas bem-sucedidas: heterotopias em “Para uma epistemologia da biblioteca pessoal”

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este livro, organizado por Judite Maria Zamith Cruz, Ana Maria Haddad Baptista e Associação EntreSéculos (AES), reúne textos que abordam a trajetória e o reconhecido trabalho interdisciplinar de Ana Luísa Janeira, doutora em filosofia pela Sorbonne. "Nessa medida, Ana Luísa Janeira, sob nossa perspectiva, se destaca não somente por ser, academicamente, uma doutora em filosofia pela Sorbonne. Temos que ter, essencialmente, clareza: não basta ter títulos acadêmicos. Não basta, jamais, ser formado em Filosofia para ser filósofo. Não basta ser um bacharel em História para ser um historiador. Assim como ganhar prêmios e condecorações, que por diversas vezes, não traduzem os reais valores de alguém ou de suas obras em todos os sentidos. Por um acaso Homero ganhou algum prêmio? Camões? Dante? Neste aspecto teríamos uma lista interminável de "invisíveis" que, de fato, contribuíram para que a humanidade fosse menos asfixiada por suas habituais misérias. Entretanto, estamos diante de uma mulher que, de fato, é uma filósofa. Entre muitos e muitos argumentos que poderiam ser apontados, destacamos o principal: Ana Luísa possui uma forma singular de enxergar o mundo. E com isso constrói a sua própria filosofia em que sonhos e sensibilidade fazem parte..."
Autores principais:Zamith-Cruz, Judite
Assunto:Ciências Sociais::Ciências da Educação Educação de qualidade
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este livro, organizado por Judite Maria Zamith Cruz, Ana Maria Haddad Baptista e Associação EntreSéculos (AES), reúne textos que abordam a trajetória e o reconhecido trabalho interdisciplinar de Ana Luísa Janeira, doutora em filosofia pela Sorbonne. "Nessa medida, Ana Luísa Janeira, sob nossa perspectiva, se destaca não somente por ser, academicamente, uma doutora em filosofia pela Sorbonne. Temos que ter, essencialmente, clareza: não basta ter títulos acadêmicos. Não basta, jamais, ser formado em Filosofia para ser filósofo. Não basta ser um bacharel em História para ser um historiador. Assim como ganhar prêmios e condecorações, que por diversas vezes, não traduzem os reais valores de alguém ou de suas obras em todos os sentidos. Por um acaso Homero ganhou algum prêmio? Camões? Dante? Neste aspecto teríamos uma lista interminável de "invisíveis" que, de fato, contribuíram para que a humanidade fosse menos asfixiada por suas habituais misérias. Entretanto, estamos diante de uma mulher que, de fato, é uma filósofa. Entre muitos e muitos argumentos que poderiam ser apontados, destacamos o principal: Ana Luísa possui uma forma singular de enxergar o mundo. E com isso constrói a sua própria filosofia em que sonhos e sensibilidade fazem parte..."