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Avaliações cognitivas, emoções e coping : um estudo com futebolistas portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho teve como objectivo analisar os padrões e associações das estratégias de coping, da avaliação cognitiva, da ansiedade e de outras emoções em atletas de futebol. Os sujeitos deste estudo foram 14 atletas, com idades entre 17 e 19 anos (M=18.35±0.71). Foram utilizados os instrumentos: Escala de Avaliação Cognitiva da Competição – Percepção Ameaça e Desafio; Inventário de Emoções no Desporto V-2; Escala de Ansiedade no Desporto – 2; Escala de Avaliação da Ansiedade; e Brief COPE. Os resultados mostraram a estratégia de coping mais frequente, o coping activo, e a menos frequente, o uso de substâncias. A competição desportiva foi percepcionada mais em termos de desafio do que ameaça, a esperança foi a emoção mais experienciada e a vergonha foi a emoção menos experienciada
Autores principais:Ribeiro, Rui
Outros Autores:Dias, Claudia; Cruz, José Fernando A.; Corte-Real, Nuno; Fonseca, António Manuel
Assunto:Futebol Avaliações cognitivas Emoções Coping Soccer Cognitive appraisals Emotions Fútbol Evaluación cognitiva Emociones and Coping
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente trabalho teve como objectivo analisar os padrões e associações das estratégias de coping, da avaliação cognitiva, da ansiedade e de outras emoções em atletas de futebol. Os sujeitos deste estudo foram 14 atletas, com idades entre 17 e 19 anos (M=18.35±0.71). Foram utilizados os instrumentos: Escala de Avaliação Cognitiva da Competição – Percepção Ameaça e Desafio; Inventário de Emoções no Desporto V-2; Escala de Ansiedade no Desporto – 2; Escala de Avaliação da Ansiedade; e Brief COPE. Os resultados mostraram a estratégia de coping mais frequente, o coping activo, e a menos frequente, o uso de substâncias. A competição desportiva foi percepcionada mais em termos de desafio do que ameaça, a esperança foi a emoção mais experienciada e a vergonha foi a emoção menos experienciada