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Espaço-tempo vivido em Braga: a partir de dez casas em que habitei
| Summary: | Espaço-Tempo Vivido em Braga: A Partir de Dez Casas em que Habitei é um trabalho que relaciona a vivência espacial pessoal com teorias de outros autores. Num primeiro capítulo localiza-se este trabalho naquelas que foram as suas inspirações e referências por trás da sua concretização, desde filmes a teorias sobre o Tempo e o Espaço, assim como se anuncia uma pequena introdução da cidade de Braga. O segundo capítulo dedica-se à narrativa espácio-temporal aqui estudada, abordando vários temas inerentes à arquitetura que, habitualmente, são assumidos como coisas distintas. Para isso, cada um destes temas é associado a uma (ou duas) das dez casas, enunciando a especificidade da vivência de cada uma. São estes: memória; impermanência; identidade; vias e cruzamentos; transporte; legibilidade, produto arquitetónico e apropriação. Kevin Lynch afirma que a imagem da cidade é algo que se vai desenvolvendo com o tempo e atribui vários elementos cruciais para a sua perceção. Contudo, em “A Imagem da Cidade”, o autor foca-se na imagem formal da cidade, na qual a experiência vivida é menos explorada. Neste trabalho procura-se relacionar a perceção formal com o espaço-vivido pessoal, onde o tempo surge como fio conector entre estes temas. Cada caso de estudo será representado consoante a pertinência do seu tema. Ainda assim, são maioritariamente utilizadas cartografias, ortofotomapas, fotografias do meu arquivo familiar e levantamentos fotográficos das idas aos sítios em estudo que, confrontando com a memória e conversas com familiares, resultaram em fotomontagens. Todos estes temas se relacionam e questionam a subordinação da arquitetura a fatores exteriores e como os mesmos objetos arquitetónicos podem protagonizar distintas histórias. |
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| Main Authors: | Faria, João Pedro Abreu |
| Subject: | Humanidades::Artes |
| Year: | 2018 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | restricted access |
| Associated institution: | Universidade do Minho |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Summary: | Espaço-Tempo Vivido em Braga: A Partir de Dez Casas em que Habitei é um trabalho que relaciona a vivência espacial pessoal com teorias de outros autores. Num primeiro capítulo localiza-se este trabalho naquelas que foram as suas inspirações e referências por trás da sua concretização, desde filmes a teorias sobre o Tempo e o Espaço, assim como se anuncia uma pequena introdução da cidade de Braga. O segundo capítulo dedica-se à narrativa espácio-temporal aqui estudada, abordando vários temas inerentes à arquitetura que, habitualmente, são assumidos como coisas distintas. Para isso, cada um destes temas é associado a uma (ou duas) das dez casas, enunciando a especificidade da vivência de cada uma. São estes: memória; impermanência; identidade; vias e cruzamentos; transporte; legibilidade, produto arquitetónico e apropriação. Kevin Lynch afirma que a imagem da cidade é algo que se vai desenvolvendo com o tempo e atribui vários elementos cruciais para a sua perceção. Contudo, em “A Imagem da Cidade”, o autor foca-se na imagem formal da cidade, na qual a experiência vivida é menos explorada. Neste trabalho procura-se relacionar a perceção formal com o espaço-vivido pessoal, onde o tempo surge como fio conector entre estes temas. Cada caso de estudo será representado consoante a pertinência do seu tema. Ainda assim, são maioritariamente utilizadas cartografias, ortofotomapas, fotografias do meu arquivo familiar e levantamentos fotográficos das idas aos sítios em estudo que, confrontando com a memória e conversas com familiares, resultaram em fotomontagens. Todos estes temas se relacionam e questionam a subordinação da arquitetura a fatores exteriores e como os mesmos objetos arquitetónicos podem protagonizar distintas histórias. |
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