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Promover a oralidade com recurso às tecnologias

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Resumo:O presente relatório foca-se no Projeto de Intervenção Pedagógica supervisionada no âmbito do mestrado em Ensino do Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico da Universidade do Minho. O estágio pedagógico foi desenvolvido numa turma do 4º ano de escolaridade de um agrupamento de Viana do Castelo. A finalidade deste projeto é o desenvolvimento de estratégias mais lúdicas no ensino de Inglês e a aplicabilidade prática de tecnologias integrada com as estratégias educativas. Recorreu a uma metodologia de investigação e ação que teve como objetivos principais: compreender as perceções e atitudes das crianças relativamente à aprendizagem da língua inglesa, avaliando esta aprendizagem com o potencial do uso da tecnologia na promoção da oralidade; estimular o interesse em aprender dentro e fora da sala de aula para promover competências de motivação, autonomia e autoestima; desenvolver a competência de aprender a aprender com o foco de autorregulação, com a finalidade de avaliar o impacto das estratégias implementadas. Para o desenvolvimento deste projeto foi essencial uma recolha de informações sobre os alunos e o seu perfil de aprendizagem, realizada através de um questionário inicial e um questionário de autorregulação para os alunos completarem após cada sequência didática. Os trabalhos realizados e as opiniões recolhidas após as aulas lecionadas demonstram que envolver os alunos na sua aprendizagem e levá-los a conhecer as potencialidades didáticas desenvolve um interesse maior na aprendizagem da língua inglesa. A utilização das tecnologias como recurso didático criou uma motivação adicional nas tarefas propostas, o que levou a um interesse consideravelmente maior por parte dos alunos. Fichas de trabalhos, jogos, vídeos de música e projetos dos alunos foram colocadas numa plataforma digital que foi utilizada pelos alunos em casa, realçando a sua autonomia no processo de aprendizagem. As tecnologias podem ser vistas como recurso didático que auxilia o professor e torna o processo de ensino mais autónomo, mais significativo e pode ser utilizado como um recurso alternativo ao manual.
Autores principais:Cruz, Suzi Neiva Saleiro da
Assunto:1º Ciclo do ensino básico Aprendizagem de inglês Competências de oralidade Tecnologias English learning Oral skills Primary education Technology
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente relatório foca-se no Projeto de Intervenção Pedagógica supervisionada no âmbito do mestrado em Ensino do Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico da Universidade do Minho. O estágio pedagógico foi desenvolvido numa turma do 4º ano de escolaridade de um agrupamento de Viana do Castelo. A finalidade deste projeto é o desenvolvimento de estratégias mais lúdicas no ensino de Inglês e a aplicabilidade prática de tecnologias integrada com as estratégias educativas. Recorreu a uma metodologia de investigação e ação que teve como objetivos principais: compreender as perceções e atitudes das crianças relativamente à aprendizagem da língua inglesa, avaliando esta aprendizagem com o potencial do uso da tecnologia na promoção da oralidade; estimular o interesse em aprender dentro e fora da sala de aula para promover competências de motivação, autonomia e autoestima; desenvolver a competência de aprender a aprender com o foco de autorregulação, com a finalidade de avaliar o impacto das estratégias implementadas. Para o desenvolvimento deste projeto foi essencial uma recolha de informações sobre os alunos e o seu perfil de aprendizagem, realizada através de um questionário inicial e um questionário de autorregulação para os alunos completarem após cada sequência didática. Os trabalhos realizados e as opiniões recolhidas após as aulas lecionadas demonstram que envolver os alunos na sua aprendizagem e levá-los a conhecer as potencialidades didáticas desenvolve um interesse maior na aprendizagem da língua inglesa. A utilização das tecnologias como recurso didático criou uma motivação adicional nas tarefas propostas, o que levou a um interesse consideravelmente maior por parte dos alunos. Fichas de trabalhos, jogos, vídeos de música e projetos dos alunos foram colocadas numa plataforma digital que foi utilizada pelos alunos em casa, realçando a sua autonomia no processo de aprendizagem. As tecnologias podem ser vistas como recurso didático que auxilia o professor e torna o processo de ensino mais autónomo, mais significativo e pode ser utilizado como um recurso alternativo ao manual.