Publicação
Jornais, pessoas e arte: da lama à esperança
| Resumo: | No decorrer do festival Serralves em Festa, no dia 3 de junho, o átrio do Museu de Serralves, no Porto, destacava uma apresentação escultural performativa. Enchia-se aquele espaço de um hipopótamo, jornais, uma pessoa que se sentava em cima do hipopótamo a ler um jornal e outra que arrumava os jornais que saem do circuito onde a pessoa que lê o jornal, os jornais e o hipopótamo se encontravam. Hope Hippo (2005) é uma ‘escultura perfomativa’, parte da exposição Entelechy, da dupla de artistas Allora & Cazadilla. Em português, aquele nome pode traduzir-se como “hipopótamo da esperança”. Pretendendo olhar para o hipopótamo que se levanta e para a “esperança”, de acordo com a explicitação da exposição, este representa “uma espécie de torre de vigia a partir da qual um “denunciante” humano pode, enquanto lê notícias sobre o mundo, fazer soar os alarmes da injustiça”. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Pedro Eduardo |
| Assunto: | Entretenimento e artes do espetáculo Passeio Serralves em festa |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | No decorrer do festival Serralves em Festa, no dia 3 de junho, o átrio do Museu de Serralves, no Porto, destacava uma apresentação escultural performativa. Enchia-se aquele espaço de um hipopótamo, jornais, uma pessoa que se sentava em cima do hipopótamo a ler um jornal e outra que arrumava os jornais que saem do circuito onde a pessoa que lê o jornal, os jornais e o hipopótamo se encontravam. Hope Hippo (2005) é uma ‘escultura perfomativa’, parte da exposição Entelechy, da dupla de artistas Allora & Cazadilla. Em português, aquele nome pode traduzir-se como “hipopótamo da esperança”. Pretendendo olhar para o hipopótamo que se levanta e para a “esperança”, de acordo com a explicitação da exposição, este representa “uma espécie de torre de vigia a partir da qual um “denunciante” humano pode, enquanto lê notícias sobre o mundo, fazer soar os alarmes da injustiça”. |
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