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Alda Lara, figura fundadora na poesia das mulheres angolanas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo aborda a poesia de Alda Lara como forma de consciencialização identitária angolana, no contexto da geração de 50 e do meio estudantil da Casa dos estudantes do Império, problematizando a relação de proximidade da poética da Alda Lara face ao ideário da "Négritude" num momento em que se esperava a escrita de palavras de ordem que apoiassem a luta armada. Argumenta-se que hoje em dia, décadas de pois da urgência da luta pela independência, a poesia de Alda Lara reencontra o seu lugar como figura fundadora da literatura moderna angolana, tendo sido recorrentemente citada e recordada pelos intelecutais angolanos da sua geração (citam-se vários), apesar do seu percurso particular, aparentemente menos politizado.
Autores principais:Passos, Joana
Assunto:Alda Lara Literatura angolana Poesia Pós-colonial
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este artigo aborda a poesia de Alda Lara como forma de consciencialização identitária angolana, no contexto da geração de 50 e do meio estudantil da Casa dos estudantes do Império, problematizando a relação de proximidade da poética da Alda Lara face ao ideário da "Négritude" num momento em que se esperava a escrita de palavras de ordem que apoiassem a luta armada. Argumenta-se que hoje em dia, décadas de pois da urgência da luta pela independência, a poesia de Alda Lara reencontra o seu lugar como figura fundadora da literatura moderna angolana, tendo sido recorrentemente citada e recordada pelos intelecutais angolanos da sua geração (citam-se vários), apesar do seu percurso particular, aparentemente menos politizado.