Publicação

A (im)possibilidade de ressocialização a partir do atual panorama carcerário brasileiro e português: uma análise de minorias

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Os sistemas prisionais português e brasileiro, ainda que com suas diferenças, são suscetíveis a diferentes críticas às suas estruturas físicas ou à falta de garantias de direitos fundamentais dos reclusos. O presente trabalho pretende avaliar se, diante das condições atuais, é possível que se promova o ideal ressocializador da pena, ou seja, se é viável que se efetive os objetivos pelos quais a alguém se inflige uma sanção penal. Procuramos enfatizar grupos minoritários como as mulheres, as pessoas transexuais e os estrageiros, tendo em consideração suas necessidades especiais e as diferentes privações que estes sofrem na sociedade e no cárcere, de forma a elucidar os inúmeros desafios que envolvem o ideal ressocializador nestes casos. Para tal concretização, a pesquisa foi realizada através de levantamento bibliográfico, apoiada também em consultas a relatórios e dados estatísticos retirados da internet. Os resultados alcançados vão no sentido do reconhecimento da impossibilidade da atualidade prisional proporcionar a efetividade do ideal ressocializador diante do histórico e da propagação da seletividade penal e estigmatização em que minorias se encontram.
Autores principais:Paes, Cristina Pereira de Barros
Assunto:Pena de prisão Ressocialização Minorias Prison sentence Reformation Minorities
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Os sistemas prisionais português e brasileiro, ainda que com suas diferenças, são suscetíveis a diferentes críticas às suas estruturas físicas ou à falta de garantias de direitos fundamentais dos reclusos. O presente trabalho pretende avaliar se, diante das condições atuais, é possível que se promova o ideal ressocializador da pena, ou seja, se é viável que se efetive os objetivos pelos quais a alguém se inflige uma sanção penal. Procuramos enfatizar grupos minoritários como as mulheres, as pessoas transexuais e os estrageiros, tendo em consideração suas necessidades especiais e as diferentes privações que estes sofrem na sociedade e no cárcere, de forma a elucidar os inúmeros desafios que envolvem o ideal ressocializador nestes casos. Para tal concretização, a pesquisa foi realizada através de levantamento bibliográfico, apoiada também em consultas a relatórios e dados estatísticos retirados da internet. Os resultados alcançados vão no sentido do reconhecimento da impossibilidade da atualidade prisional proporcionar a efetividade do ideal ressocializador diante do histórico e da propagação da seletividade penal e estigmatização em que minorias se encontram.