Publicação
We Can’t Go Home Again : os Art Games enquanto veículo de expressão artística
| Resumo: | “How do we deliver artistic expression through our games?”. A pergunta do game designer Jason Rohrer é o ponto de partida desta dissertação, onde se inscreve uma dupla proposta. Na primeira parte, investigamos a obra e pensamento dos principais game designers – Rod Humble, Jason Rohrer, Jonathan Blow – associados aos Art Games, um movimento essencialmente informal de afinidades e de práticas diversas, cujo aparecimento situamos no ano de 2007 e que, através de uma série de criações pessoais e expressivas, reequacionou as principais premissas da validade, especificidade e autonomia artística do medium, que aqui relevamos. Em prol de um melhor enquadramento teórico da natureza informal e dispersa dessas práticas, colocamos esse aparecimento em perspectiva no contexto académico dos Game Studies, território cujo igualmente recente processo de conquista da autonomia disciplinar começamos por averiguar e com o qual estabelecemos as devidas ligações. Na segunda parte da dissertação, inicializamos o processo de criação, conceptualização e prototipagem de um jogo original – We Can’t Go Home Again – que reivindica, através de características específicas ao seu game design, alguns dos principais conceitos e práticas enunciados no decorrer da nossa investigação. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Rui Morgado Belo Dias |
| Assunto: | Art games Game studies Game design |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | “How do we deliver artistic expression through our games?”. A pergunta do game designer Jason Rohrer é o ponto de partida desta dissertação, onde se inscreve uma dupla proposta. Na primeira parte, investigamos a obra e pensamento dos principais game designers – Rod Humble, Jason Rohrer, Jonathan Blow – associados aos Art Games, um movimento essencialmente informal de afinidades e de práticas diversas, cujo aparecimento situamos no ano de 2007 e que, através de uma série de criações pessoais e expressivas, reequacionou as principais premissas da validade, especificidade e autonomia artística do medium, que aqui relevamos. Em prol de um melhor enquadramento teórico da natureza informal e dispersa dessas práticas, colocamos esse aparecimento em perspectiva no contexto académico dos Game Studies, território cujo igualmente recente processo de conquista da autonomia disciplinar começamos por averiguar e com o qual estabelecemos as devidas ligações. Na segunda parte da dissertação, inicializamos o processo de criação, conceptualização e prototipagem de um jogo original – We Can’t Go Home Again – que reivindica, através de características específicas ao seu game design, alguns dos principais conceitos e práticas enunciados no decorrer da nossa investigação. |
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