Publicação
Vinte anos depois: mapeando o quadro teórico e a agenda de investigação dos Estudos de Segurança
| Resumo: | O fim da Guerra Fria estimulou o debate sobre segurança (enquanto conceito, disciplina e como política). Embora se tenha começado por debater a natureza da(s) ameaça(s), o debate rapidamente evoluiu em direcção ao(s) objecto(s) de referência e ao(s) provedor(es) da segurança. A atitude realista prevaleceu durante a Guerra Fria: o Estado era o objecto de referência e o provedor de segurança contra as ameaças militares do estado de origem e com uma meta de estado. O ambiente de segurança complexo e difuso dos anos noventa caracterizado por ameaças multidimensionais e agentes não governamentais, não só enquanto fontes de ameaças como também como provedores de segurança, desafi aram o monopólio do paradigma centrado no Estado. Vinte anos mais tarde, o pluralismo é o principal legado desde debate: há uma variedade de abordagens teóricas, incluindo contributos inovadores europeus, e uma agenda de investigação abrangente que exige programas de colaboração interdisciplinares. Desde o alargamento ao aprofundamento, do racionalismo ao interpretativismo, do realismo aos estudos feministas, novos conceitos, sujeitos e objectos surgiram num campo rotulado como uma das sub-disciplinas mais dinâmicas na área das Relações Internacionais. O objectivo desta comunicação é mapear os principais debates contemporâneos e avanços no campo dos estudos sobre segurança e discutir as suas implicações para a formulação de políticas |
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| Autores principais: | Brandão, Ana Paula Lima Pinto de Oliveira Almeida |
| Assunto: | Estudos de segurança Teorias de segurança Agenda de investigação Ciências Sociais::Ciências Políticas |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O fim da Guerra Fria estimulou o debate sobre segurança (enquanto conceito, disciplina e como política). Embora se tenha começado por debater a natureza da(s) ameaça(s), o debate rapidamente evoluiu em direcção ao(s) objecto(s) de referência e ao(s) provedor(es) da segurança. A atitude realista prevaleceu durante a Guerra Fria: o Estado era o objecto de referência e o provedor de segurança contra as ameaças militares do estado de origem e com uma meta de estado. O ambiente de segurança complexo e difuso dos anos noventa caracterizado por ameaças multidimensionais e agentes não governamentais, não só enquanto fontes de ameaças como também como provedores de segurança, desafi aram o monopólio do paradigma centrado no Estado. Vinte anos mais tarde, o pluralismo é o principal legado desde debate: há uma variedade de abordagens teóricas, incluindo contributos inovadores europeus, e uma agenda de investigação abrangente que exige programas de colaboração interdisciplinares. Desde o alargamento ao aprofundamento, do racionalismo ao interpretativismo, do realismo aos estudos feministas, novos conceitos, sujeitos e objectos surgiram num campo rotulado como uma das sub-disciplinas mais dinâmicas na área das Relações Internacionais. O objectivo desta comunicação é mapear os principais debates contemporâneos e avanços no campo dos estudos sobre segurança e discutir as suas implicações para a formulação de políticas |
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