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Mineração aurífera no Conventus de Bracara Augusta
| Resumo: | Na numerosa bibliografia acerca do conventus de Bracara Augusta, um aspecto que tem sido menos tratado é a mineração, em especial a aurífera. Sobre este tema existem abundantes referências, mas parcelares e normalmente incluídas em projectos de investigação que incidem sobre o povoanento. Não existe um quadro de conjunto equivalente à unidade política e administrativa da época romana, que abrange grande parte do Norte de Portugal e as zonas meridionais das províncias de Ourense e Pontevedra. A actividade mlneira aurífera foi um vector fundamental na organização do território do conventus, como aliás de todo o Noroeste Peninsular. Com base na bibliografia disponível, e em trabalho de campo, já é possivel estabelecer e apresentar um mapa das frentes de exploração de ouro. Pretende-se, assim, contribulr para o avanço dos conhecimemos sobre uma unidade geográfica estruturante na História do Noroeste durante os últlmos dois milénios. |
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| Autores principais: | Lemos, Francisco Manuel Salgueiro Sande |
| Outros Autores: | Meireles, Carlos |
| Assunto: | Mineração aurífera Bracara Augusta |
| Ano: | 2006 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Na numerosa bibliografia acerca do conventus de Bracara Augusta, um aspecto que tem sido menos tratado é a mineração, em especial a aurífera. Sobre este tema existem abundantes referências, mas parcelares e normalmente incluídas em projectos de investigação que incidem sobre o povoanento. Não existe um quadro de conjunto equivalente à unidade política e administrativa da época romana, que abrange grande parte do Norte de Portugal e as zonas meridionais das províncias de Ourense e Pontevedra. A actividade mlneira aurífera foi um vector fundamental na organização do território do conventus, como aliás de todo o Noroeste Peninsular. Com base na bibliografia disponível, e em trabalho de campo, já é possivel estabelecer e apresentar um mapa das frentes de exploração de ouro. Pretende-se, assim, contribulr para o avanço dos conhecimemos sobre uma unidade geográfica estruturante na História do Noroeste durante os últlmos dois milénios. |
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