Publicação
HPV e vacinação: Conceções de adolescentes portugueses de 10 a 15 anos de idade
| Resumo: | O HPV é um dos vírus com grande possibilidade de desenvolver cancro. É das infeções de transmissão sexual (IST) mais comuns a nível mundial. O controlo das IST é assumido pela OMS como uma prioridade. O colo do útero e outros órgãos próximos ou que contactam, como a vagina, a vulva, o ânus, o pénis são os mais atingidos pelo HPV. A imunodeficiência, o início precoce das relações sexuais, a predisposição genética e a multiplicidade e parceiros são apontados como co-fatores de risco. O cancro do pénis é raro nos países desenvolvidos, mas representa 10% dos casos de cancro no sexo masculino nos países em desenvolvimento, sendo o HPV responsável por 47% dos casos. Em Portugal são diagnosticados cerca de 1000 novos casos de cancro do colo do útero por ano. A vacina contra o HPV consta no Programa Nacional de Vacinação português, estando a sua administração recomendada para as raparigas com 10 anos de idade. Há evidências de que a vacinação é um meio eficaz de proteção contra o HPV. Atualmente discute-se o alargamento da vacinação também aos rapazes. O presente trabalho pretende averiguar as conceções de adolescentes de ambos os sexos relativamente à vacina contra o HPV. É um estudo descritivo, exploratório seguindo uma metodologia qualitativa. Para recolha de dados realizam-se entrevistas semiestruturadas a uma amostra de 10 adolescentes com idades compreendidas entre os 10 e 15 anos. Os dados são audio gravados com autorização e consentimento e posteriormente transcritos para análise de conteúdo. A análise far-se-á com recurso ao programa NVivo. Os resultados traduzem-se em categorias definidas a posteriori. Como educadores para a saúde em diferentes contextos, consideramos fundamental ser agentes promotores do conhecimento e de competências para a saúde de forma a contribuir para a tomada de decisões informadas e responsáveis. |
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| Autores principais: | Antão, Celeste |
| Outros Autores: | Anastácio, Zélia |
| Assunto: | HPV Adolescentes Vacinação |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O HPV é um dos vírus com grande possibilidade de desenvolver cancro. É das infeções de transmissão sexual (IST) mais comuns a nível mundial. O controlo das IST é assumido pela OMS como uma prioridade. O colo do útero e outros órgãos próximos ou que contactam, como a vagina, a vulva, o ânus, o pénis são os mais atingidos pelo HPV. A imunodeficiência, o início precoce das relações sexuais, a predisposição genética e a multiplicidade e parceiros são apontados como co-fatores de risco. O cancro do pénis é raro nos países desenvolvidos, mas representa 10% dos casos de cancro no sexo masculino nos países em desenvolvimento, sendo o HPV responsável por 47% dos casos. Em Portugal são diagnosticados cerca de 1000 novos casos de cancro do colo do útero por ano. A vacina contra o HPV consta no Programa Nacional de Vacinação português, estando a sua administração recomendada para as raparigas com 10 anos de idade. Há evidências de que a vacinação é um meio eficaz de proteção contra o HPV. Atualmente discute-se o alargamento da vacinação também aos rapazes. O presente trabalho pretende averiguar as conceções de adolescentes de ambos os sexos relativamente à vacina contra o HPV. É um estudo descritivo, exploratório seguindo uma metodologia qualitativa. Para recolha de dados realizam-se entrevistas semiestruturadas a uma amostra de 10 adolescentes com idades compreendidas entre os 10 e 15 anos. Os dados são audio gravados com autorização e consentimento e posteriormente transcritos para análise de conteúdo. A análise far-se-á com recurso ao programa NVivo. Os resultados traduzem-se em categorias definidas a posteriori. Como educadores para a saúde em diferentes contextos, consideramos fundamental ser agentes promotores do conhecimento e de competências para a saúde de forma a contribuir para a tomada de decisões informadas e responsáveis. |
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