Publicação
A linha do Vale do Tâmega: base para uma nova mobilidade
| Resumo: | Num período em que cada vez mais se fala na desertificação do interior de Portugal, torna-se pertinente olhar para as causas deste problema. A presente investigação visa potencializar a linha do Tâmega e dinâmicas intrínsecas a esta, cuja infraestrutura foi descontinuada e ligava a cidade de Amarante à freguesia de Arco de Baúlhe, em Cabeceiras de Basto, passando por Celorico e Mondim de Basto, servindo várias comunidades adjacentes. Esta descontinuação da linha no início da década de 90, acabou por deixar algumas aldeias completamente isoladas, dando lugar a uma ciclovia que percorre toda a sua extensão e, na qual, a maioria dos edifícios (estações e paragens) estão na sua generalidade reabilitados, mas em desuso. A intenção é olhar para esta infraestrutura que, enquanto linha ferroviária, teve um papel fundamental nesta região e devolver o papel de outrora, mantendo as suas funções atuais e trazendo um novo conceito de mobilidade a estas comunidades. Legitima-se assim, o reaparecimento de serviços próximos desta, fomentando-se o crescimento e uma melhoria da qualidade de vida para estas aldeias e pequenas aglomerações existentes. |
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| Autores principais: | Brás, José António Gonçalves |
| Assunto: | Humanidades::Artes |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Num período em que cada vez mais se fala na desertificação do interior de Portugal, torna-se pertinente olhar para as causas deste problema. A presente investigação visa potencializar a linha do Tâmega e dinâmicas intrínsecas a esta, cuja infraestrutura foi descontinuada e ligava a cidade de Amarante à freguesia de Arco de Baúlhe, em Cabeceiras de Basto, passando por Celorico e Mondim de Basto, servindo várias comunidades adjacentes. Esta descontinuação da linha no início da década de 90, acabou por deixar algumas aldeias completamente isoladas, dando lugar a uma ciclovia que percorre toda a sua extensão e, na qual, a maioria dos edifícios (estações e paragens) estão na sua generalidade reabilitados, mas em desuso. A intenção é olhar para esta infraestrutura que, enquanto linha ferroviária, teve um papel fundamental nesta região e devolver o papel de outrora, mantendo as suas funções atuais e trazendo um novo conceito de mobilidade a estas comunidades. Legitima-se assim, o reaparecimento de serviços próximos desta, fomentando-se o crescimento e uma melhoria da qualidade de vida para estas aldeias e pequenas aglomerações existentes. |
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