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Educação, formação e juventude

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Detalhes bibliográficos
Resumo:[Excerto] Os jovens são, simultaneamente, uma parte diferenciada e integrante da sociedade, não sendo recetores passivos de normas e modelos socioculturais da mesma. São autores de diferentes esquemas de perceção e interpretação das suas experiências de vida, representando um potencial de recursos e talentos vitais para o desenvolvimento económico e social de cada país. Nesse sentido, as políticas europeias de educação e formação, ainda que sejam prerrogativas adscritas a cada Estado-Membro, têm vindo a assumir desafios convergentes de atuação privilegiada por parte da União Europeia (UE). Estes prendem-se com a elevação do nível de qualificação geral das gerações atuais, a maior participação dos indivíduos na formação contínua, o combate ao desemprego e precariedade, com particular incidência no segmento juvenil, e o reforço da inovação e competitividade no contexto da concorrência mundial. Cada um daqueles desafios remetem-nos para domínios complexos de governação, com diversos atores sociais (supra)nacionais que preconizam um conjunto de objetivos comuns e metas a atingir com alcances diversificados. Por sua vez, os Estados-Membros são pressionados para a monitorização das suas metas a partir de um conjunto de indicadores comuns, fomentando-se a disseminação de informação e a partilha de boas práticas. [...]
Autores principais:Marques, Ana Paula
Assunto:Ciências Sociais::Sociologia
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:[Excerto] Os jovens são, simultaneamente, uma parte diferenciada e integrante da sociedade, não sendo recetores passivos de normas e modelos socioculturais da mesma. São autores de diferentes esquemas de perceção e interpretação das suas experiências de vida, representando um potencial de recursos e talentos vitais para o desenvolvimento económico e social de cada país. Nesse sentido, as políticas europeias de educação e formação, ainda que sejam prerrogativas adscritas a cada Estado-Membro, têm vindo a assumir desafios convergentes de atuação privilegiada por parte da União Europeia (UE). Estes prendem-se com a elevação do nível de qualificação geral das gerações atuais, a maior participação dos indivíduos na formação contínua, o combate ao desemprego e precariedade, com particular incidência no segmento juvenil, e o reforço da inovação e competitividade no contexto da concorrência mundial. Cada um daqueles desafios remetem-nos para domínios complexos de governação, com diversos atores sociais (supra)nacionais que preconizam um conjunto de objetivos comuns e metas a atingir com alcances diversificados. Por sua vez, os Estados-Membros são pressionados para a monitorização das suas metas a partir de um conjunto de indicadores comuns, fomentando-se a disseminação de informação e a partilha de boas práticas. [...]