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Jornais, pessoas e arte: Da lama à esperança

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Detalhes bibliográficos
Resumo:[Excerto] No decorrer do festival Serralves em Festa, no dia 3 de junho, o átrio do Museu de Serralves, no Porto, destacava uma apresentação escultural performativa. Enchia-se aquele espaço de um hipopótamo, jornais, uma pessoa que se sentava em cima do hipopótamo a ler um jornal e outra que arrumava os jornais que saem do circuito onde a pessoa que lê o jornal, os jornais e o hipopótamo se encontravam. Hope Hippo (2005) é uma ‘escultura perfomativa’, parte da exposição Entelechy, da dupla de artistas Allora & Cazadilla. Em português, aquele nome pode traduzir-se como “hipopótamo da esperança”. Pretendendo olhar para o hipopótamo que se levanta e para a “esperança”, de acordo com a explicitação da exposição, este representa “uma espécie de torre de vigia a partir da qual um “denunciante” humano pode, enquanto lê notícias sobre o mundo, fazer soar os alarmes da injustiça”.
Autores principais:Ribeiro, Pedro Eduardo
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:[Excerto] No decorrer do festival Serralves em Festa, no dia 3 de junho, o átrio do Museu de Serralves, no Porto, destacava uma apresentação escultural performativa. Enchia-se aquele espaço de um hipopótamo, jornais, uma pessoa que se sentava em cima do hipopótamo a ler um jornal e outra que arrumava os jornais que saem do circuito onde a pessoa que lê o jornal, os jornais e o hipopótamo se encontravam. Hope Hippo (2005) é uma ‘escultura perfomativa’, parte da exposição Entelechy, da dupla de artistas Allora & Cazadilla. Em português, aquele nome pode traduzir-se como “hipopótamo da esperança”. Pretendendo olhar para o hipopótamo que se levanta e para a “esperança”, de acordo com a explicitação da exposição, este representa “uma espécie de torre de vigia a partir da qual um “denunciante” humano pode, enquanto lê notícias sobre o mundo, fazer soar os alarmes da injustiça”.

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