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Retratos e relatos do/no feminino: leituras intermediais a partir de Maria Teresa Horta e Yolanda Castaño

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A partir de uma perspetiva ibérica, mais concretamente galego-portuguesa, propomos neste ensaio uma leitura dialogante da poesia de mulheres-poetas do nosso século que nos oferecem uma visão outra do feminino e da identidade feminina, pondo em jogo uma determinada teologia da feminilidade a par de conceitos que convocam de modo explícito a representação do corpo: Anunciações (2016), da escritora portuguesa Maria Teresa Horta, um romance em verso que reescreve o encontro bíblico entre a Virgem e Gabriel; e O libro da egoísta (2003) da jovem escritora galega Yolanda Castaño, uma obra que integra códigos literários e audiovisuais e onde a reflexão sobre a identidade se desdobra e se multiplica, devolvendo uma imagem construída entre o eu mais íntimo e a perceção pública da autora.
Autores principais:Ribeiro, Eunice
Outros Autores:Núñez Sabarís, Xaquín; Tavares, Daniel
Assunto:Anunciação Arte religiosa Arte contemporânea Corpo Feminilidade Identidade feminina Maria Teresa Horta Yolanda Castaño Annunciation Religious art Contemporary art Body Femininity Feminine identity
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A partir de uma perspetiva ibérica, mais concretamente galego-portuguesa, propomos neste ensaio uma leitura dialogante da poesia de mulheres-poetas do nosso século que nos oferecem uma visão outra do feminino e da identidade feminina, pondo em jogo uma determinada teologia da feminilidade a par de conceitos que convocam de modo explícito a representação do corpo: Anunciações (2016), da escritora portuguesa Maria Teresa Horta, um romance em verso que reescreve o encontro bíblico entre a Virgem e Gabriel; e O libro da egoísta (2003) da jovem escritora galega Yolanda Castaño, uma obra que integra códigos literários e audiovisuais e onde a reflexão sobre a identidade se desdobra e se multiplica, devolvendo uma imagem construída entre o eu mais íntimo e a perceção pública da autora.