Publicação

Agressividade, estilo de vida criminal e adaptação à prisão

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O estudo da adaptação à prisão e a classificação dos reclusos pode ajudar a prevenir situações de risco e promover um tratamento penitenciário mais efetivo. Este estudo correlacional explora a relação entre a agressividade, o estilo de vida criminal e a adaptação à prisão, incluindo variáveis sociodemográficas e jurídico-penais. A agressividade é medida pelo Aggression Questionnaire e o estilo de vida criminal pelo Lifestyle Criminality Screening Form. A adaptação à prisão inclui dois indicadores: processos disciplinares e acessos aos serviços clínicos. A amostra é constituída por trinta e um participantes do sexo masculino e nacionalidade portuguesa, detidos num Estabelecimento Prisional Regional. O período de observação teve a duração de cinco meses. Os resultados indicam que a agressividade, a história de consumo de drogas e as penas de menor duração predizem pior adaptação à prisão. Conclui-se que o Aggression Questionnaire se associa aos processos disciplinares e aos acessos aos serviços clínicos.
Autores principais:Gonçalves, Leonel Cunha
Outros Autores:Gonçalves, Rui Abrunhosa
Assunto:Adaptação Agressividade Estilo de vida Prisão Adjustment Aggressiveness Lifestyle Prison Adaptation Agressivité Style de vie Prison Adaptación Agresividad Estilo de vida Prisión
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O estudo da adaptação à prisão e a classificação dos reclusos pode ajudar a prevenir situações de risco e promover um tratamento penitenciário mais efetivo. Este estudo correlacional explora a relação entre a agressividade, o estilo de vida criminal e a adaptação à prisão, incluindo variáveis sociodemográficas e jurídico-penais. A agressividade é medida pelo Aggression Questionnaire e o estilo de vida criminal pelo Lifestyle Criminality Screening Form. A adaptação à prisão inclui dois indicadores: processos disciplinares e acessos aos serviços clínicos. A amostra é constituída por trinta e um participantes do sexo masculino e nacionalidade portuguesa, detidos num Estabelecimento Prisional Regional. O período de observação teve a duração de cinco meses. Os resultados indicam que a agressividade, a história de consumo de drogas e as penas de menor duração predizem pior adaptação à prisão. Conclui-se que o Aggression Questionnaire se associa aos processos disciplinares e aos acessos aos serviços clínicos.