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A gestão integrada do risco de inundação e as comunidades locais em Portugal e no Brasil: contributos teóricos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A falta de políticas que promovam a gestão de riscos em Portugal e no Brasil é umarealidade, sendo que o investimento de recursos é essencialmente concentrado na resolução dascrises em detrimento de medidas técnico-administrativas de prevenção e preparação para asemergências. A prevenção passa por tomar as medidas necessárias e indispensáveis para limitara ocorrência ou reduzir os efeitos negativos de uma crise. Neste contexto, destaca-se o papel queas comunidades locais podem desenvolver, nomeadamente a participação destas noplaneamento participativo já que implica todos os interessados no desenvolvimento de políticasde gestão do risco e permite aos habitantes das regiões vulneráveis escolher o nível de risco queestão prontos para assumir. O papel das comunidades locais no processo de gestão de riscotorna-se assim vital: esta é a principal interessada na preparação contra estes eventos extremos.Com esta comunicação, pretendemos contribuir para a discussão dos modelos de gestão do riscoem Portugal e no Brasil salientando a importância das comunidades locais e o planeamentoparticipativo como ferramentas para a prevenção e enfrentamento de cenários de desastre e dasua integração em políticas comuns de segurança e proteção civil
Autores principais:Costa, Francisco da Silva
Outros Autores:Pimentel, Márcia Aparecida Silva
Assunto:Prevenção Planeamento Proteção civil Prevention Planning Civil protection
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A falta de políticas que promovam a gestão de riscos em Portugal e no Brasil é umarealidade, sendo que o investimento de recursos é essencialmente concentrado na resolução dascrises em detrimento de medidas técnico-administrativas de prevenção e preparação para asemergências. A prevenção passa por tomar as medidas necessárias e indispensáveis para limitara ocorrência ou reduzir os efeitos negativos de uma crise. Neste contexto, destaca-se o papel queas comunidades locais podem desenvolver, nomeadamente a participação destas noplaneamento participativo já que implica todos os interessados no desenvolvimento de políticasde gestão do risco e permite aos habitantes das regiões vulneráveis escolher o nível de risco queestão prontos para assumir. O papel das comunidades locais no processo de gestão de riscotorna-se assim vital: esta é a principal interessada na preparação contra estes eventos extremos.Com esta comunicação, pretendemos contribuir para a discussão dos modelos de gestão do riscoem Portugal e no Brasil salientando a importância das comunidades locais e o planeamentoparticipativo como ferramentas para a prevenção e enfrentamento de cenários de desastre e dasua integração em políticas comuns de segurança e proteção civil