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Diferentes olhares sobre crianças e creches...

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ainda às portas deste início de século e de milénio, novas e profundas transformações estão a acontecer a nível mundial, nos campos científico, social e político e, consequentemente, também a nível da educação de infância. A investigação científica continua a demonstrar, de forma consistente, que a primeira infância é uma fase muito importante da vida do ser humano, uma fase em que as mudanças sociais, físicas, emocionais, enfim, a totalidade do desenvolvimento do ser humano que é a criança nesta faixa etária, são extremamente rápidas e em que o cérebro tem uma enorme plasticidade. Sendo a primeira infância, uma fase de desenvolvimento rápido mas vulnerável, sublinhamos a perspectiva de Brazelton e Greenspan (2002) que referem “não podemos negligenciar as crianças nos primeiros anos de vida” (p. 12), pelo que não podemos limitar a ação educativa à mera satisfação das necessidades básicas das crianças, como se isso fosse o estritamente necessário e suficiente
Autores principais:Sarmento, Teresa
Outros Autores:Carvalho, Maria de Lurdes Dias de
Assunto:Creche Infância Educação de infância
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Ainda às portas deste início de século e de milénio, novas e profundas transformações estão a acontecer a nível mundial, nos campos científico, social e político e, consequentemente, também a nível da educação de infância. A investigação científica continua a demonstrar, de forma consistente, que a primeira infância é uma fase muito importante da vida do ser humano, uma fase em que as mudanças sociais, físicas, emocionais, enfim, a totalidade do desenvolvimento do ser humano que é a criança nesta faixa etária, são extremamente rápidas e em que o cérebro tem uma enorme plasticidade. Sendo a primeira infância, uma fase de desenvolvimento rápido mas vulnerável, sublinhamos a perspectiva de Brazelton e Greenspan (2002) que referem “não podemos negligenciar as crianças nos primeiros anos de vida” (p. 12), pelo que não podemos limitar a ação educativa à mera satisfação das necessidades básicas das crianças, como se isso fosse o estritamente necessário e suficiente