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Avaliação das funções executivas em alunos do 2.º ciclo do ensino básico e e suas implicações no contexto das aulas de estudo acompanhado

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Resumo:Este estudo resultou do processo de tradução e de adaptação para Português Europeu do instrumento Behavior Rating Inventory of Executive Functions (versão para professores – BRIEF; Gioia, Isquith, Guy, & Kenworthy, 2000 e versão para alunos – BRIEF-SR; Guy, Isquith, & Gioia, 2004), o qual disponibiliza uma medida psicométrica das funções executivas, sendo frequentemente utilizado na avaliação de crianças dado o seu potencial para o despiste de possíveis dificuldades executivas. Deste processo resultaram duas versões do Inventário de Classificação Comportamental de Funções Executivas (Ribeiro & Santos, 2009). O ICCFE-P (versão para professores) apresenta 86 itens organizados segundo oito escalas: 1) Inibição; 2) Alternância; 3) Controlo Emocional; 4) Inicialização; 5) Memória de Trabalho; 6) Planeamento/Organização; 7) Organização de Materiais e 8) Monitorização. O ICCFEA (versão para alunos) inclui 80 itens organizados segundo oito escalas: 1) Inibição; 2) Alternância – escala composta pelas subescalas Alternância Comportamental e Alternância Cognitiva; 3) Controlo Emocional; 4) Monitorização; 5) Memória de Trabalho; 6) Planeamento/Organização; 7) Organização de Materiais e 8) Finalização de Tarefas. Os inventários foram aplicados a uma amostra de 87 alunos (dos 10 – 13 anos de idade) a frequentar o 2.º Ciclo do Ensino Básico, no Concelho da Póvoa de Varzim. Os resultados encontrados demonstram as qualidades psicométricas do instrumento, em ambas as versões (ICCFE-P e ICCFE-A). Adicionalmente, este estudo validou a possibilidade da recolha de dados que permitam a definição de propostas de intervenção individualizadas, no contexto das aulas de Estudo Acompanhado, com vista à implementação de práticas congruentes com os objectivos desta Área Curricular não Disciplinar e eficazes para o sucesso escolar, através da promoção de competências transversais e favoráveis a uma maior autonomia na gestão dos processos implicados na aprendizagem.
Autores principais:Ribeiro, Isabel Gonçalves
Outros Autores:Santos, Anabela Cruz dos; Correia, Luís de Miranda
Assunto:Funções executivas Inventários Estudo acompanhado Executive functions Rating scales Structured curriculum lessons
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este estudo resultou do processo de tradução e de adaptação para Português Europeu do instrumento Behavior Rating Inventory of Executive Functions (versão para professores – BRIEF; Gioia, Isquith, Guy, & Kenworthy, 2000 e versão para alunos – BRIEF-SR; Guy, Isquith, & Gioia, 2004), o qual disponibiliza uma medida psicométrica das funções executivas, sendo frequentemente utilizado na avaliação de crianças dado o seu potencial para o despiste de possíveis dificuldades executivas. Deste processo resultaram duas versões do Inventário de Classificação Comportamental de Funções Executivas (Ribeiro & Santos, 2009). O ICCFE-P (versão para professores) apresenta 86 itens organizados segundo oito escalas: 1) Inibição; 2) Alternância; 3) Controlo Emocional; 4) Inicialização; 5) Memória de Trabalho; 6) Planeamento/Organização; 7) Organização de Materiais e 8) Monitorização. O ICCFEA (versão para alunos) inclui 80 itens organizados segundo oito escalas: 1) Inibição; 2) Alternância – escala composta pelas subescalas Alternância Comportamental e Alternância Cognitiva; 3) Controlo Emocional; 4) Monitorização; 5) Memória de Trabalho; 6) Planeamento/Organização; 7) Organização de Materiais e 8) Finalização de Tarefas. Os inventários foram aplicados a uma amostra de 87 alunos (dos 10 – 13 anos de idade) a frequentar o 2.º Ciclo do Ensino Básico, no Concelho da Póvoa de Varzim. Os resultados encontrados demonstram as qualidades psicométricas do instrumento, em ambas as versões (ICCFE-P e ICCFE-A). Adicionalmente, este estudo validou a possibilidade da recolha de dados que permitam a definição de propostas de intervenção individualizadas, no contexto das aulas de Estudo Acompanhado, com vista à implementação de práticas congruentes com os objectivos desta Área Curricular não Disciplinar e eficazes para o sucesso escolar, através da promoção de competências transversais e favoráveis a uma maior autonomia na gestão dos processos implicados na aprendizagem.