Publicação
Os desafios da era digital na educação e na pesquisa
| Resumo: | A recente e ainda atual pandemia da COVID-19 veio trazer à educação um desafio no que diz respeito ao ensino através das novas tecnologias, e do uso da internet para a pesquisa de informação técnica e científica a ser trabalhada nas aulas a distância. Nesta conferência pretende-se fazer uma breve referência à questão do ensino transmissivo tradicional e do mais atual ensino participativo, levantando a questão de como tirar proveito das novas tecnologias, agora que a Internet, e a informação aí disponível, se encontra acessível a todos e em qualquer lugar. Apresentam-se também, de forma sucinta, os métodos gerais de investigação com crianças, e de novo se questiona como tirar proveito das novas tecnologias nesta era digital. Faz-se ainda uma comparação entre o ensino tradicional (época limitada) com os desafios do ensino atual (época digital), referindo a função do professor e do aluno nestes sistemas de ensino, a importância das bibliotecas locais (época limitada) e do “open access” (época digital), e ainda, as grandes diferenças na preparação de artigos científicos e teses aquando da época limitada e na época digital. Por fim, deixam-se algumas questões para debate, em especial, como desenvolver novas competências na formação de professores com vista ao uso do mundo digital no ensino e aprendizagem de crianças e jovens. O contexto atual e as problemáticas emergentes fizeram o setor buscar soluções e apoio nos meios tecnológicos e digitais proporcionando assim que uma nova dinâmica nos atendimentos fosse criada auxiliando no suporte a estes pacientes para que os Profissionais pudessem preencher de alguma maneira as carências geradas e demandas ora impossíveis de se atender de forma presencial. A continuidade deste processo ou a evolução pode ser promissora, porém as necessidades emergentes exigem que sempre possamos evoluir ou nos reinventar e adequar a melhor forma de dar suporte e continuidade ao processo de reabilitação cujo propósito maior é a recuperação clínica do Paciente. |
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| Autores principais: | Carvalho, Graça Simões de |
| Assunto: | Ensino de Ciências Tecnologias de ensino Ciências Sociais::Ciências da Educação Educação de qualidade |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A recente e ainda atual pandemia da COVID-19 veio trazer à educação um desafio no que diz respeito ao ensino através das novas tecnologias, e do uso da internet para a pesquisa de informação técnica e científica a ser trabalhada nas aulas a distância. Nesta conferência pretende-se fazer uma breve referência à questão do ensino transmissivo tradicional e do mais atual ensino participativo, levantando a questão de como tirar proveito das novas tecnologias, agora que a Internet, e a informação aí disponível, se encontra acessível a todos e em qualquer lugar. Apresentam-se também, de forma sucinta, os métodos gerais de investigação com crianças, e de novo se questiona como tirar proveito das novas tecnologias nesta era digital. Faz-se ainda uma comparação entre o ensino tradicional (época limitada) com os desafios do ensino atual (época digital), referindo a função do professor e do aluno nestes sistemas de ensino, a importância das bibliotecas locais (época limitada) e do “open access” (época digital), e ainda, as grandes diferenças na preparação de artigos científicos e teses aquando da época limitada e na época digital. Por fim, deixam-se algumas questões para debate, em especial, como desenvolver novas competências na formação de professores com vista ao uso do mundo digital no ensino e aprendizagem de crianças e jovens. O contexto atual e as problemáticas emergentes fizeram o setor buscar soluções e apoio nos meios tecnológicos e digitais proporcionando assim que uma nova dinâmica nos atendimentos fosse criada auxiliando no suporte a estes pacientes para que os Profissionais pudessem preencher de alguma maneira as carências geradas e demandas ora impossíveis de se atender de forma presencial. A continuidade deste processo ou a evolução pode ser promissora, porém as necessidades emergentes exigem que sempre possamos evoluir ou nos reinventar e adequar a melhor forma de dar suporte e continuidade ao processo de reabilitação cujo propósito maior é a recuperação clínica do Paciente. |
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