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Educar para a saúde, e não só para a doença : a urgência de uma mudança paradigmática

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Num primeiro momento, abordaremos os vários tipos de educação para saúde: em contexto formal (sistema educativo escolar – incluindo universidades - e organizações de saúde), não formal (que ocorre em instituições como lares de idosos, centros de dia, e também escolas), e em contexto informal (que ocorre no quotidiano, quando somos cuidadores e quando de nós cuidam). Veremos que existem situações em que se verificam, no mesmo espaço físico, os três tipos de educação para a saúde. Relacionaremos a questão anterior com a educação para a saúde de tipo primário, secundário e terciário. Ao mencionarmos a importância das universidades na formação de profissionais de saúde, indirectamente nos posicionamos quanto à educação para a saúde quaternária. Por fim, indicaremos a necessidade de mudança de paradigma em educação para a saúde, de modo a centrar-nos na sua dimensão salutogénica, e não só na patogénica. Defenderemos que tal implica formarmos educadores para a saúde que possuam sentido interno de coerência, e que saibam educar os outros, em comunidade, no sentido do seu desenvolvimento.
Autores principais:Oliveira, Clara Costa
Assunto:Educar para a saúde Salutogenesiss Academia Comunidade
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Num primeiro momento, abordaremos os vários tipos de educação para saúde: em contexto formal (sistema educativo escolar – incluindo universidades - e organizações de saúde), não formal (que ocorre em instituições como lares de idosos, centros de dia, e também escolas), e em contexto informal (que ocorre no quotidiano, quando somos cuidadores e quando de nós cuidam). Veremos que existem situações em que se verificam, no mesmo espaço físico, os três tipos de educação para a saúde. Relacionaremos a questão anterior com a educação para a saúde de tipo primário, secundário e terciário. Ao mencionarmos a importância das universidades na formação de profissionais de saúde, indirectamente nos posicionamos quanto à educação para a saúde quaternária. Por fim, indicaremos a necessidade de mudança de paradigma em educação para a saúde, de modo a centrar-nos na sua dimensão salutogénica, e não só na patogénica. Defenderemos que tal implica formarmos educadores para a saúde que possuam sentido interno de coerência, e que saibam educar os outros, em comunidade, no sentido do seu desenvolvimento.