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Pharming: análise dogmático-penal, em especial enquanto forma de lesão do património

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A par dos constantes avanços tecnológico, que destroem barreiras antes entendidas por inultrapassáveis, surgem novas e sofisticadas possibilidades de perpetrar crimes através da Internet e por acesso a sistemas informáticos: a chamada Criminalidade Informática. De facto, são inúmeros os ataques que podem ser cometidos por esta via sem que o homem-médio possa estar a par de todos eles a fim de os conseguir combater efetivamente. Um desses ataques, cada vez com maior ocorrência, é o pharming, avanço em relação ao já mais conhecido phishing e que surgiu como forma a ultrapassar certos entraves inerentes a este último, trazendo assim uma maior perigosidade e dificuldade em apurar a correspondente responsabilidade. Porém, a principal lacuna está ainda em perceber com certeza os limites jurídico-penais de enquadramento, o que pode gerar nos nossos tribunais injustiças e dificuldades de tratamento, dados os contornos demasiado técnicoinformáticos que as mais ponderadas conclusões pressupõem. Por isso, visa este trabalho delimitar com rigor o enquadramento jurídicopenal a que se deve reconduzir tal fenómeno, pela previsibilidade de que a sua ocorrência seja cada vez mais frequente e também porque os nosso tribunais se pronunciaram até então apenas numa perspetiva civilística, imperando a necessidade de uma visão de natureza penal.
Autores principais:Gonçalves, Joana Margarida Andrade
Assunto:Pharming Phishing Criminalidade informática Enquadramento jurídico-penal Sistema informático Cybercrime Criminal legal framework Computer system
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A par dos constantes avanços tecnológico, que destroem barreiras antes entendidas por inultrapassáveis, surgem novas e sofisticadas possibilidades de perpetrar crimes através da Internet e por acesso a sistemas informáticos: a chamada Criminalidade Informática. De facto, são inúmeros os ataques que podem ser cometidos por esta via sem que o homem-médio possa estar a par de todos eles a fim de os conseguir combater efetivamente. Um desses ataques, cada vez com maior ocorrência, é o pharming, avanço em relação ao já mais conhecido phishing e que surgiu como forma a ultrapassar certos entraves inerentes a este último, trazendo assim uma maior perigosidade e dificuldade em apurar a correspondente responsabilidade. Porém, a principal lacuna está ainda em perceber com certeza os limites jurídico-penais de enquadramento, o que pode gerar nos nossos tribunais injustiças e dificuldades de tratamento, dados os contornos demasiado técnicoinformáticos que as mais ponderadas conclusões pressupõem. Por isso, visa este trabalho delimitar com rigor o enquadramento jurídicopenal a que se deve reconduzir tal fenómeno, pela previsibilidade de que a sua ocorrência seja cada vez mais frequente e também porque os nosso tribunais se pronunciaram até então apenas numa perspetiva civilística, imperando a necessidade de uma visão de natureza penal.