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Formas da urbanização de baixa densidade entre Braga e Barcelos: uma proposta de leitura a partir da matriz histórica e geográfica do território

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O processo de acumulação entre formas de urbanização recentes e dispersão antiga no território da urbanização de baixa densidade entre Braga e Barcelos motiva-nos uma reflexão sobre as potencialidades de uma leitura atenta à conformação do suporte no tempo longo. Começamos com a contextualização do problema e com os fundamentos que justificam o campo argumentativo. Definimos uma estratégia metodológica que parte da delimitação geográfica do objecto de estudo, para estabelecer as coordenadas de observação entre os assentamento proto-históricos e o período medieval, na perspectiva de selecionar processos e materiais que nos informam sobre a pertinência da matriz cognitiva. Na segunda parte tratamos questões que interessam à problematização da forma urbana relacionadas com os factores sistémicos de ocupação do território e com a possibilidade de trabalhar a partir dos valores formais do suporte geográfico. Refletimos sobre um entendimento de base morfológica vinculado à hipótese de estruturar campos de relações a partir dos processos de sedimentação das formas, segundo um processo onde a continuidade se passa a estabelecer por relações de significado.
Autores principais:Juan, Marta Labastida
Outros Autores:Brito, Sandra; Oliveira, Marta
Assunto:Morfologia urbana Baixa densidade Território Forma Permanência Territory Form Permanence
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O processo de acumulação entre formas de urbanização recentes e dispersão antiga no território da urbanização de baixa densidade entre Braga e Barcelos motiva-nos uma reflexão sobre as potencialidades de uma leitura atenta à conformação do suporte no tempo longo. Começamos com a contextualização do problema e com os fundamentos que justificam o campo argumentativo. Definimos uma estratégia metodológica que parte da delimitação geográfica do objecto de estudo, para estabelecer as coordenadas de observação entre os assentamento proto-históricos e o período medieval, na perspectiva de selecionar processos e materiais que nos informam sobre a pertinência da matriz cognitiva. Na segunda parte tratamos questões que interessam à problematização da forma urbana relacionadas com os factores sistémicos de ocupação do território e com a possibilidade de trabalhar a partir dos valores formais do suporte geográfico. Refletimos sobre um entendimento de base morfológica vinculado à hipótese de estruturar campos de relações a partir dos processos de sedimentação das formas, segundo um processo onde a continuidade se passa a estabelecer por relações de significado.