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A importância das atividades experimentais no Ensino das Ciências no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico

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Resumo:O presente estudo foi elaborado no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. A amostra desta investigação é composta por duas turmas, uma com alunos do 2.º e 3.º anos de escolaridade do 1.º Ciclo do Ensino Básico e outra constituída por alunos do 6.º ano de escolaridade do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Com esta investigação evidencia-se a importância de realizar atividades experimentais e através destas o aluno envolve-se ativamente na construção das suas próprias aprendizagens, investiga, observa, experimenta, pensa, compara, formula hipóteses e tira conclusões. Desta forma, entende melhor o mundo que o rodeia, aprendendo de uma forma ativa e significativa. Atendendo à questão de investigação - Qual a importância das atividades experimentais no Ensino das Ciências no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico? - definiram-se os seguintes objetivos: promover a construção e ampliação do conhecimento e das competências específicas relativamente aos seres vivos, nomeadamente das plantas e dos animais; desenvolver a compreensão acerca dos seres vivos, de forma significativa e com elevado poder de retenção; proporcionar aos alunos experiências de aprendizagens ativas e significativas; promover atividades experimentais como forma de desenvolver determinados conteúdos; possibilitar que os alunos sejam construtores autónomos e ativos do seu conhecimento, motivando os alunos e despertando o interesse de experimentar; e, desenvolver no aluno a capacidade de pensar, interrogar, investigar e de relatar experiências e emitir opiniões críticas. Tendo em conta os objetivos estabelecidos para esta investigação, foi utilizada a metodologia de abordagem de investigação-ação, os dados foram recolhidos e analisados a partir dos questionários realizados aos alunos, das grelhas de observação utilizadas aquando da realização de atividades experimentais e das reflexões das aulas lecionadas. Como resultados obtidos desta investigação, para além das inúmeras vantagens que estes apontam relativamente à realização de atividades experimentais, salienta-se a forte ligação entre a realização de atividades experimentais e o desenvolvimento de aprendizagens ativas e significativas nos alunos.
Autores principais:Peixoto, Tânia Marlene Pereira
Assunto:Ciências Sociais::Ciências da Educação Ciências Naturais::Ciências da Terra e do Ambiente Ciências Naturais::Ciências Biológicas
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente estudo foi elaborado no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. A amostra desta investigação é composta por duas turmas, uma com alunos do 2.º e 3.º anos de escolaridade do 1.º Ciclo do Ensino Básico e outra constituída por alunos do 6.º ano de escolaridade do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Com esta investigação evidencia-se a importância de realizar atividades experimentais e através destas o aluno envolve-se ativamente na construção das suas próprias aprendizagens, investiga, observa, experimenta, pensa, compara, formula hipóteses e tira conclusões. Desta forma, entende melhor o mundo que o rodeia, aprendendo de uma forma ativa e significativa. Atendendo à questão de investigação - Qual a importância das atividades experimentais no Ensino das Ciências no 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico? - definiram-se os seguintes objetivos: promover a construção e ampliação do conhecimento e das competências específicas relativamente aos seres vivos, nomeadamente das plantas e dos animais; desenvolver a compreensão acerca dos seres vivos, de forma significativa e com elevado poder de retenção; proporcionar aos alunos experiências de aprendizagens ativas e significativas; promover atividades experimentais como forma de desenvolver determinados conteúdos; possibilitar que os alunos sejam construtores autónomos e ativos do seu conhecimento, motivando os alunos e despertando o interesse de experimentar; e, desenvolver no aluno a capacidade de pensar, interrogar, investigar e de relatar experiências e emitir opiniões críticas. Tendo em conta os objetivos estabelecidos para esta investigação, foi utilizada a metodologia de abordagem de investigação-ação, os dados foram recolhidos e analisados a partir dos questionários realizados aos alunos, das grelhas de observação utilizadas aquando da realização de atividades experimentais e das reflexões das aulas lecionadas. Como resultados obtidos desta investigação, para além das inúmeras vantagens que estes apontam relativamente à realização de atividades experimentais, salienta-se a forte ligação entre a realização de atividades experimentais e o desenvolvimento de aprendizagens ativas e significativas nos alunos.